Regiões e lugares: costumes; culturas regionais

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ArteAzul-Atelier

 

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Rosas de Santa Maria

Festival Internacional de Bombos e Gigantones

Todos os anos, pelas Festas de S. João, o Município de Braga, promove um Festival Internacional de Bombos e Gigantones. Este ano decorreu o XXII com 40 Grupos e cerca de 1.500 figurantes. Só as escolas do Prof. José Maria da EB 2,3 de Palmeira eram 20 a actuar, o que dá ideia de que esta arte de percussão está bem enraizada no concelho de Braga e limítrofes. Os Bombos começaram a rufar a 18 e terminaram a 26 de Junho, chegando de vários pontos de Portugal e da Espanha.

Quando há uma rodopiada ao fim de semana já sei que o Celestino Reis está lá e ao mesmo tempo que aprecio o espectáculo ponho a conversa em dia com este afável e sabedor mirandelense. Podemos estar a conversar sobre outros assuntos que não lhe escapa nada da actuação dos bombos e quando alguém se engana, no meio do barulho, diz: aqueles enganaram-se.

Não vou maçar os leitores a falar de vários grupos de bombos, mas tão só daqueles que actuaram a 18 de Junho numa sintética apreciação. 

Os bombos apresentaram-se com um rufar conjunto junto às Arcadas e o entusiasmo era tal que uns procuravam abafar o toque dos outros. Entres eles o Grupo de Bombos “Rosas de Santa Maria”, de Jazente - Amarante, exclusivamente composto por mulheres, quando receberam ordem para parar… - É o páras! E sozinhas continuaram, com grande estrondo, até ao fim da partitura.

Depois, na exibição por grupo, o “Grupo de Bombos de S. Sebastião”, de Darque - Viana do Castelo eram os que se apresentavam menos aperautados, de t-shirts brancas desbotadas, e o entusiasmo de puxar pelos bombos não era por aí…

Ciosos de não deixar os créditos por mãos alheias apresentou-se o “Grupo de Bombos de Sanfins do Douro”, de Alijó, em que o chefe puxa, até ao limite, pelas caixas e pela honra dos tocadores transmontanos, tendo sido o grupo de maior estrondo.

O “Grupo de Bombos de Antas”, de Esposende, era formado por uma dezena de raparigas, tocadoras de gaitas de foles celtas, e por um grupo mais numeroso de rapazes nos bombos. A sua leveza começa no trajar, com calça preta, cinta enfaixada de vermelho, camisa artesanal e tradicional de linho branca com bordados azuis nelas e vermelhos neles, terminando no chapéu preto. As gaitas de foles casam perfeitamente com o rufar dos bombos, tornando as partituras mais elegantes perante a rudeza do troar. Tocam imensas músicas populares ou da moda e as gaitas sublimam-nas. Até o andar delas e deles é elegante e garboso.

Mas, queria voltar às “Rosas de Santa Maria” em que o próprio nome é poético. Depois, as meninas são algumas universitárias e uma delas toca concertina, que perante um despique se abafa. Mas, gostei imenso das “Rosas de Santa Maria” e não resisti em trocar impressões com a Mª. de Fátima, em que nos disse que esta paixão herdou-a no berço de seu pai, Abel. Na mesma data, o marido estava com o grupo masculino de bombos a actuar, em Lisboa, na Avenida da Liberdade, no mega pic-nic. As “Rosas de Santa Maria” têm o blogue: www.bombostamaria.blogs.sapo.pt que pode ser consultado. A sua paixão está numa frase do blogue: - continuamos a percorrer as romarias de Portugal, aldeias, freguesias, festas de aniversário, casamentos, para o que formos solicitados. Sugeri-lhes que, em vez da concertina, metessem no grupo duas ou três gaitas celtas. E acredito que o vão conseguir, acabando por se impor a muita da concorrência de percussão masculina.

Notícias de Mirandela

Ano 57 do jornal Notícias de Mirandela

Com o Ano Novo de 2016, temos mais um aniversário do Notícias de Mirandela, sendo um dos poucos jornais de Trás-os-Montes que vai subsistindo sem apoio expresso do Município. Pior que isso havia (não sei se ainda há) gente que era paga com o dinheiro dos impostos dos mirandelenses e que desviava publicidade paga Bragança. O jornal vai caminhando e vencendo as dificuldades e comemora o seu quinquagésimo sétimo aniversário. Para trás ficou um «obrigado» aprovado em Assembleia Municipal e que nunca foi entregue aos directores do jornal. Uma situação insólita e que este órgão do poder autárquico devia explicar o porquê.

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Provérbios (E)

Em casa de ferreiro, espeto de pau.

Enquanto há vida, há esperança.

Entre marido e mulher, não se mete a colher.

Em terra de cego quem tem olho é rei.

Erva daninha a geada não mata.

Em casa onde não há pão, todos ralham e ninguém tem razão.

Em tempo de guerra não se limpam armas.

Espaços Culturais

Museus, Espaços e Centros Culturais e Visitas

A cultura é uma forma de afirmação e promoção de uma localidade, de um município ou de uma região. A cultura gera desenvolvimento e deve ser encarada como um bom investimento, porque atrair visitantes e turistas acaba por os levar a deixarem alguns euros na localidade. Hoje, um museu ou um espaço cultural ou documental (biblioteca) devem ter os nichos de venda, como se poder tomar um café ou um chá e onde se possam adquirir «recordações» e documentos (livros) de interesse local ou regional.