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Referências a vinhos do Douro e de outras regiões, e às suas marcas, assim como produtores e castas

Benditas aduelas

Um vinho de se lhe tirar o chapéu

Isto anda tudo ligado

Na Consoada bebi um vinho esplêndido em casa do meu cunhado. Vinho de uma pipa encontrada num cardenho esbarrondado e ensilveirado do Rio Torto. O vinho da pipa estava quase no fundo, mas as borras do bom vinho do Porto são milagrosas. A pipa encheram-na com vinho novo e, passado um ano, deu esta maravilha (...)

António Cabral

Adega Grambeira com grande desafio

Ter uma empresa em tempo de crise é já em si um grande desafio, mas tê-la e potenciá-la em tempos adversos deve ser o cabo dos trabalhos com uma luta permanente para escoar o vinho. De anos a anos passo por Carrazeda de Ansiães e visito os irmãos Meireles, Frederico (enólogo) e o Manuel (vendas). A adega tem da melhor tecnologia vínica, desde os «pulmões da adega», aos barris de madeira de carvalho francês, da marca de topo, a «Tansaud», para os grandes vinhos gauleses do Médoc.

B de "Binho"

"Binho, beneno e bocê"

Bou-te dizer, meu benzinho,
O que se escreve com V,
É bocê, beneno e binho,
Binho, beneno e bocê.

Filosofia do Vinho

Existe mais Filosofia numa garrafa de vinho que em todos os livros (Pasteur);

A penicilina cura os homens, mas é o vinho que os torna felizes (A. Flemming);

Os vinhos são como os homens: com o tempo, os maus azedam e os bons apuram (Cícero);

Nunca fiz amigos bebendo leite, por isso bebo vinho (Silas Sequetin);

Nas vitórias é merecido, nas derrotas é necessário (Napoleão Bonaparte);

Com o passar dos vinhos, os anos ficam melhores (Desconhecido);

Vinho é medicamento que rejuvenesce os velhos, cura os enfermos e enriquece os pobres (Platão);

O vinho é excelente, tanto para o sadio como para o doente (Desconhecido);

O vinho é a parte intelectual da comida (Alexandre Dumas);

Com bom ou mau comer, vinho sempre a valer (Desconhecido);

Agora que a velhice começa, preciso aprender com o vinho a melhorar envelhecendo e, sobretudo, escapar ao terrível perigo de, envelhecendo virar vinagre (Dom Helder Câmara);

No entanto...,

Toma conselhos com o vinho, mas toma decisões com a água (Benjamin Franklin).

Harmonização de vinhos portugueses com gastronomia

Quando se trata de comida, alguns vinhos e países possuem casamentos tradicionais mantidos ao longo dos tempos - empanadas argentinas e churrasco com Malbec, paelha espanhola e tapas com Tempranillo, e até mesmo dolmas gregos e polvo grelhado servido com Assyrtiko. No entanto, para a maioria dos epicuristas, citar "comida portuguesa" provavelmente não evoca os pratos tradicionais de leitão Pata Negra assado (o porco preto, de cascos negros, que se alimenta de bolotas) e bacalhau, o bacalhau salgado amado nacionalmente supostamente preparado de mais de 1000 maneiras diferentes. Como a maioria não conhece estes pratos ou a sua qualidade intrínseca portuguesa, este país ibérico está em ligeira desvantagem epicurista, certo? Não, nem tanto assim…

A comida portuguesa é soberba e se se aventurar a vir a Portugal, assegure-se de que pára nos templos culinários de Lisboa tais como o venerável Restaurante Belcanto de José Avillez, Cantinho de Avillez (também de José Avillez, é claro), a celebrada Tasca da Esquina de Vitor Sobral e, ou, fazer uma reserva no Porto, no muito hip (e delicioso) restaurante Sessenta / Setenta que é supervisionado pelo talentoso Francisco Meirelles. Ou arranje uma mesa no eminente e clássico Fialho na cidade alentejana de Évora, que é também a casa da adorável e discreta Taberna. Quarta Feira. Como pode imaginar, a proeza culinária desses estabelecimentos faz um óptimo trabalho a mostrar os vinhos locais.

No entanto, a maioria de nós não viaja através de Portugal e portanto não é capaz de fazer estas ligações locais. Mas não tenha receio: não é obrigatória comida portuguesa para exibir os vinhos portugueses! Os vinhos portugueses possuem um equilíbrio e estrutura que os torna extremamente amigos da comida, possuindo também uma variedade de sabores deliciosamente únicos. Os enólogos portugueses têm uma inerente compreensão da maridagem entre vinho e comida e não têm cedido a modas modernas ou estilos que podem pontuar bem em publicações do sector mas que na mesa não correspondem às expectativas.

É comummente entendido que é a estrutura de um vinho que determina o emparelhamento de comida e vinho, mais do que as castas ou a geografia. Vinhos que têm uma acidez fresca, teor alcoólico moderado, uso criterioso de carvalho e taninos equilibrados (para os tintos) são os mais flexíveis à mesa e os vinhos portugueses decididamente possuem esses atributos. As uvas que são plantadas por todo o país dão origem a vinhos que exibem essas qualidades estruturais equilibradas: desde os brancos feitos a partir de Arinto, Alvarinho e Bical, aos tintos feitos a partir de Touriga Nacional, Tinta Roriz, Touriga Franca e Trincadeira.

Os perfis de sabor dos vinhos portugueses são únicos, o que não é surpreendente dada a realidade que as castas portuguesas não são muito vistas fora do seu país de origem. Como tal, elas são exóticas, misteriosas, deliciosas e saborosas, e combinam bem com a comida mais aventureira do sudeste asiático, Índia, América Latina e África do Norte mas sendo ainda suficientemente acessíveis para emparelhar com uma comida europeia mais tradicional bem como com uma comida regional americana cada vez mais distintiva. É fácil combinar as uvas mais leves e aromáticas como Alvarinho e Loureiro com comida tailandesa, vietnamita e asiática em geral, enquanto os vinhos mais exóticos feitos de Antão Vaz, Encruzado e versões mais maduras de Bical emparelham bem com os alimentos mais condimentados do sul da Índia, Caraíbas e América Latina. Tintos com sabor cheio feitos de Aragonês e Trincadeira, como aqueles que se encontram no Alentejo, combinam muito bem com guisados ricos e estufados de praticamente qualquer lugar da Europa, enquanto os tintos ousados do Douro, feitos a partir de Touriga Nacional, Tinta Roriz e Touriga Franca (entre outros) são tão sublimes com um bife grelhado ou costeleta de cordeiro como qualquer Cabernet Sauvignon de Napa Valley ou vinho tinto do Médoc.

Informação “Academia Vinhos de Portugal” Wines of Portugal

Adega Cooperativa

Protegida dos ventos atlânticos pelo maciço montanhoso do Marão, a bacia hidrográfica do Baixo Corgo, formada por vales agrestes e apertados, dispõe de um microclima singular que, aliado à natureza do seu solo xistoso, permite que as vinhas cultivadas por processos tradicionais, produzam uvas de excelente qualidade. A origem da vitivinicultura na região deve remontar à pré-história, mas foi durante a ocupação romana da península que os vinhos do Douro alcançaram o seu primeiro momento de grande notoriedade.

As características únicas da região levam o Marquês de Pombal a instituir em 1756 a Região Demarcada do Douro, a primeira região do mundo a ser definida e regulamentada com vista a proteger as qualidades inimitáveis dos vinhos aí produzidos. Do Grémio dos Vinicultores do concelho de Vila Real nasce, em 1955, a Adega Cooperativa de Vila Real, criada com o intuito de proteger os interesses dos seus associados, assegurar o escoamento da produção e a sua comercialização, e consolidar a imagem dos vinhos produzidos no concelho.

Como resposta à necessidade de modernização, a Adega Cooperativa de Vila Real dispõe, desde 1992, de novas instalações que permitem a obtenção de vinhos de ainda melhor qualidade.

Grandes castas portuguesas

Para quem gosta de Carignan, Grenache ou Dolcetto.

Embora a Trincadeira seja uma das mais difundidas castas portuguesas, está no seu melhor em locais quentes, secos e com muito sol, o que a torna perfeitamente adequada para regiões como o Alentejo. No entanto, não é fácil de produzir, uma vez que é propensa a rendimentos irregulares e bolores desastrosos. Mas na maioria dos anos a Trincadeira produz grandes vinhos com excelente acidez, taninos suaves e aromas abundantes e intensos de ameixa preta e amora em compota, produzindo vinhos elegantes e bem equilibrados. A Trincadeira quando em lote com Aragonês no Alentejo ou com Touriga Nacional no Douro, onde é conhecida como Tinta Amarela, irá resultar num vinho muito envolvente.

Harmonização com a casta Trincadeira:

Uma uva muito divertida, esta variedade é raramente vista como solista, mas acrescenta uma textura agradável e uma nota floral suave aos vinhos que integra. A Trincadeira pode ajudar as outras castas do lote, pode ajudar a atenuá-las de modo que sejam bastante flexíveis à mesa. Pense em queijos suaves, preparações simples de cordeiro, porco e aves (frango e até peru). Pratos com colorau, pimenta, ou outras especiarias doces / fumadas também emparelham bem. Finalmente, pratos ricos à base de grão (polenta temperada, papas de milho e queijo, e risotos cremosos) podem ser excelentes companheiros de mesa tal como um prato de charcutaria (patês, salames) ou salame italiano, coppa, e similares.

Dueto asiático: “Satay” de galinha tailandês com molho de amendoim e salada de pepino.

Dueto europeu: Paelha com frango, marisco e açafrão.

Dueto americano: “Empanadas” argentinas recheadas com carne de vaca, cebola, azeitonas e passas.

Informação “Academia Vinhos de Portugal” Wines of Portugal

Talha das Azeitonas

Barro negro de Bisalhães

Alta e bojuda, tinha a talha o seu lugar reservado na dispensa entre a salgadeira e a grande caixa do milho. Coberta com testo para evitar sujidades e mergulhos inconvenientes de todo o tipo de bicharada, a talha guardava as azeitonas que formavam um petisco e acompanhamento presente em muitas refeições e merendas nos mais diversos trabalhos agrícolas, vessadas, sachadas, regas. 

Em Dezembro e Janeiro ripa-se a azeitona evitando-se que seja pisada. Apanha-se da galega, da verdeal, da negrinha, etc..., separam-se as folhas e outras impurezas, lavam-se e são metidas em água até Abril, mês em que são passadas em três águas.

Posteriormente, o sal, a casca de laranja, o loureiro e o alecrim são os temperos que aos poucos as vão amaciando à espera do paladar certo.

Excerto de informação contida em ficha técnica, propriedade da NERVIR - Associação Empresarial
Redacção de Alberto Tapada e Filipe Saiote

Declarações Amigáveis

Não se esqueçam...

A 7 de Junho do corrente, pelas 19h40, encontrando-me parada no sinal vermelho, na Av.Padre Cruz, 2ª Circular, logo ao cimo da Calçada de Carriche, em Lisboa, ouço um estrondo de alguém que acaba de parar; mas nas traseiras do meu carro, e de tal maneira, que se abriu um tuperware cheio de panados de perú acabadinhos de fritar  e se espalharam pelo carro. Do meu pescoço, já nem vou falar...!

As desculpas do costume do condutor, o dar-se como culpado, o enfiar os coletes e já agora, vamos ao preenchimento das participações amigáveis.

Ah!... mas não há impressos, nem de um, nem de outro...!

É melhor chamar a polícia. E chamei. Comecei a chamar às 20h... e fomos perguntando, se as pessoas que iam parando nos semáforos, emprestariam os tais impressos; mas em Lisboa, nem sequer abrem os vidros. De dentro, iam fazendo sinais negativos, e, adiante que atrás vem gente!

O meu companheiro ia chamando o seu reboque com pressa, (o carro era do pai), eu ia chamando a polícia, já pela terceira vez e a polícia dizia-me: - Ó minha senhora, já ouvimos três vezes que é para ir à Padre Cruz, isto não é uma hora muito fácil e a senhora não é a única a chamar... (já tinha passado uma hora, de quando chamei a primeira vez). Eu, desesperada, lá ia fotografando os carros com o telefone, já pronta a ver o outro ir embora com o reboque...

De repente, vimos um carro parar mais adiante e sair dele um senhor africano a perguntar se precisávamos de papéis. Graças a Deus! Nem queríamos acreditar!... 21h15... 21h40... de polícia, nada!!

A culpa assinada, cartões trocados, e mais uma vez as desculpas, (porque a pessoa era de Portalegre, se fosse daqui, nem desculpas pedia) e a polícia, até hoje, nunca ligou para o meu telefone, a conferir sequer, se alguém tinha morrido...  só apareceriam imediatamente, se me vissem dentro do carro a falar ao telefone, para me sacarem o valor da multa! Tão certinho isto como eu nunca mais me esquecer dos impressos.

(Des)Acordo Ortográfico

(DES)ACORDO ORTOGRÁFICO: “INSEGURANÇA ORTOGRÁFICA” (2)

1. Já afirmámos (artigo anterior) que o acordo ortográfico (AO) veio criar enorme “insegurança ortográfica”, onde esta antes não existia; subestimaram-se vários pareceres solicitados que alertavam para isso mesmo. Aliás, no ano passado, o Parlamento recomendou ao Governo a constituição de um grupo de trabalho para acompanhar o processo de aplicação do AO, com elaboração de relatório; que se saiba, nem grupo nem relatório.

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Vindima

Vindima em Outubro

Vindima em Outubro que S. Martinho to dirá.

Não ensinar ao filho a trabalhar é como ensiná-lo a roubar.

Se alguém te ofender, procura elevar bem alto a tua alma para que a ofensa não te chegue.