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ArteAzul-Atelier

 

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restaurantes
Ao acaso, paramos, comemos e deixamos aqui os comentários, realçando os pontos positivos

Restaurante Chaxoila, em Vila Real, Portugal

O Chaxoila é um restaurante de tradição da cidade de Vila Real, em Trás-os-Montes. Situa-se do lado direito, na estrada nacional que nos leva a Vila Pouca, Pedras Salgadas e Chaves, logo à saída da cidade. Desde muito cedo, este restaurante foi adotado pela confraria dos Pyjamantes de Vila Real como um dos seus preferidos para as tertúlias anuais: reuniam-se, uma semana antes do primeiro de dezembro, os tertulianos vestidos com a parte superior dos pijamas, comendo, bebendo e “batizando” os novos com rituais divertidos.

Restaurante “O Mocho”, em Ludares

A caminho do Mocho, encontrámos o Codesso
Pelo emaranhado de vias estreitas do planalto serrano, entre a Carvalhada, no lugar da Delgada, em S. Lourenço, localidade e freguesia antiga do concelho de Sabrosa e as Fragas de Panóias, inspirados nas almas antigas e seres errantes dessas paragens, sem querer, fomos ao encontro do codesso. Num facílimo exercício de escuta e concentração, conseguimos ouvir os guinchos e, pelas aragens, sentir os odores das vísceras queimadas utilizadas nos rituais aos deuses severos. É verdade! E o codesso ali ao pé do caminho! Talvez degenerado, impõe-se, no entanto, não pela ramagem abundante que não possui mas pela astúcia que consegue adivinhar-se quando se vê implantado junto dos calhaus graníticos que pastam nesta região.

Tripas divinais no Restaurante Terra Fria (em Rebordelo - Vinhais)

e um bom caldo de grabanços
Muitos acham que bons restaurantes são os que aparecem nas revistas e jornais e na cozinha têm chefes conhecidos ou apregoados. Como sou pela nossa comida tradicional e bem confeccionada valorizo sempre o típico de qualidade. O amigo Pinheiro (ex-Comandante de Posto e ex-Presidente da Junta de Lebução) aconselhou-me o restaurante Terra Fria, de Rebordelo, na extrema com concelho de Mirandela e quem vai de Mirandela para Vinhais o primeiro depois de deixar as Aguieiras.

Restaurante "O Gonçalo", em Vilar de Maçada

O restaurante "O Gonçalo", em Vilar de Maçada, encontra-se à saída daquela localidade, a caminho de Sanfins, Favaios e Alijó - vila sede de concelho -, na região do Alto Douro.

Restaurante Bar, no Pinhão

Não, não estamos em qualquer cruzeiro descendo o rio Douro. À primeira vista a fotografia parece demonstrar isso mesmo, mas, de facto, não. Trata-se da esplanada terraço do Restaurante Bar LBV 79, no Pinhão - coração do Douro -, localidade ladeada pelo rio Douro e foz do rio Pinhão.

Restaurante Mercantil, em Armamar

O restaurante Mercantil situa-se na avenida 8 de Setembro, junto ao Mercado Municipal, em Armamar, vila sede de concelho do distrito de Viseu. Possui um espaço amplo – uma sala principal e uma marquise – bem iluminadas pela luz natural. 

Casa do Ferrador
Restaurante em Alturas do Barroso

Cozido à Barrosã

Sobe-se até à altitude de 1100 metros, em Alturas do Barroso, aldeia do concelho de Boticas, em Trás-os-Montes, precisamente a sul da barragem dos Pisões. No centro da povoação, próximo da praça principal onde se situa a igreja, ali se encontra o restaurante que, segundo se diz, serve o melhor cozido do mundo, neste caso o celebérrimo Cozido à Barrosã. De facto, a refeição, que deve ser encomendada pelo telemóvel do sr. Humberto - 965 898 040, deixa qualquer um ou qualquer uma que se intitule como "bom garfo" abismado(a).

A mais vil mentira

tritura a nobreza da verdade

...só cheira a alhos quem os come

Portugal nasceu na tarde de 24 de Junho de 1128. Mas só em 1179 viu reconhecida a independência.

Nesses 884 anos de monarquia e 102 de república, não houve paz social, progresso bastante para contentar a todos, reconciliação entre todos. Se a monarquia pariu a república, não foi a filha mais eficaz do que a mãe. Foi em função deste binómio que o Estado Novo geriu o país. Não havia interesse em educar o povo,  reconhecendo-lhe os direitos humanos. Portugal que tinha dado novos mundos ao mundo, deslumbrou-se com a chegada ao desconhecido. Os que resistiam às tormentas do chefe e às dificuldades do tempo, acabavam por morrer, onde quer que fosse, uns por esforços excessivos, outros à míngua de alimentação, quando não eram abatidos por velhice, raiva ou mero embaraço social. Do sonhado Quinto Império que Pessoa sonhou, até à redução a este palmo de terra que somos, tudo se diluiu, por ânsia desmedida entre os poderosos e os incapazes. Depois de terem os nossos bravos conquistadores, sempre recrutados de entre a plebe, chegado ao extremo Oriente e ao ponto mais ocidental da Terra, cruzando os mares e sobrevoando os ares, tudo se foi, em nome de ideologias inconciliáveis com o interesse de todos. Mataram a agricultara, a pecuária, a pesca, o artesanato, os usos e costumes de terras fartas que, durante séculos, alimentaram os seus cultivadores que voltaram à fome das grandes crises mundiais. Se nem a Monarquia, nem a República foram capazes de satisfazer a justiça, a ordem e a paz social, quem vai repor aqueles valores supremos que uma sociedade justa e coerente exige?

A democracia raiou em 25 de Abril de 1974. Viveram-se tempos dramáticos com a descolonização «exemplar». Os armazéns que guardavam as barras de ouro que o Estado Novo amealhou, mesmo que à custa da fome por que passaram as populações, deram para erguer impérios como a TAP, a RTP, a REN (com outro nome), as cimenteiras, tanta empresa pública que se herdou e que alguns políticos têm vindo a triturar como caroços de azeitona. Tínhamos a Bandeira Nacional que fazia arrepiar os cabelos. Ficámos com a Bandeira desfraldada em cada avião da TAP que nos levava aos longes do Oriente ao Ocidente. Mas até essa vai deixar de ondular nos ares...

Foram episódicos os tempos bons da democracia. Serviram para testar a esperança de alguns portugueses. A adesão à União Europeia contribuiu para alentar os mais tímidos. As auto-estradas, as carruagens cheias de euros para os dez estádios de futebol, as pontes faraónicas, a proliferação de universidades, institutos, escolas superiores a granel, os programas de formação (fictícia), empresas públicas e cooperativas como cogumelos para empregar os votantes mais zelosos, resultaram nesta bandalheira a que chegámos. Perdemos autonomia, o crédito, a honradez, o valor da palavra que valia mais do que a escritura, como por exemplo em Barroso.

Será esta a minha primeira crónica do ano, neste jornal. Talvez a mais dolorosa de muitos milhares delas que escrevi em dezenas de jornais e revistas, ao longo de 60 anos de jornalismo militante que completo daqui a três semanas. Pensei que elas contribuíssem para fazer pedagogia nos meios rurais, visto que as gentes do interior do país, nunca tiveram tanto acesso à informação escrita como nos meios urbanos. Enganei-me redondamente, como me tenho enganado com políticos que ajudo a eleger para me roubarem e à classe média a que pertenço. Sou dos que  posso garantir a esses imberbes de corpo e alma que a reforma que recebo é justa, séria e foi ganha com sangue, suor e lágrimas. Como a de muitos milhares de cidadãos da classe baixa e média que a partir de Janeiro vão ver consumado mais um roubo descarado. Parodiando Jerónimo de Sousa confirmo que nem Salazar que me levou à guerra sem saber porquê, era capaz de tanta roubalheira...

Quanto ao jornalismo que virou escola de mal-feitores, basta citar o exemplo mais recente na RTP.

Tudo por causa de imagens televisivas cedidas pela estação pública à PSP, relacionadas com uma greve justa, ainda que com desagradáveis incidentes..

Não venho em defesa de Relvas ou do Governo em geral. Eles são todos iguais. Venho deplorar  a astúcia do director de Informação, Nuno Santos, que teve a deslealdade de ceder as polémicas imagens da RTP. De acordo com os colegas de trabalho, Ana Pitas, Luís Marinho e Luís Castro. Bastam estes três profissionais da casa para confirmar que o «chefão» autorizou o crime do qual veio proclamar-se inocente, alegando que fora vítima de um saneamento político. Veio Nuno Santos vangloriar-se para as televisões, rádios e jornais de que «os seus 13 anos de RTP mereciam outro cuidado». Direi eu ao jornalista Nuno Santos que outro cuidado deveria ter ele, quando chamou «mentiroso e miserável» ao seu adjunto Luís Castro. Sou jornalista como eles, muito mais antigo do que eles, não me cruzei com eles nas escolas novas, porque eu aprendi nas escolas velhas. Aufiro, ao fim de 37 anos de descontos para a Segurança Social e a  ADSE, com 73 anos de vida dura, agravados pela guerra, 1/5 do que eles recebem do mesmo patrão que é o Estado. Quem comete um crime profissional como Nuno Santos e de imediato o nega, insultando quem o testemunhou, não pode, por mais tempo, ser director da informação em qualquer canal televisivo. A sua postura demonstra que passou 13 anos a servir-se  do canal público, satisfazendo os seus apetites partidários. Porque só cheira a alhos quem os come.

Arinto / Pedernã (Branca)

Grandes castas portuguesas

Para quem gosta de Riesling (seco), Pinot Blanc ou Chenin Blanc (seco).

Uma das castas autóctones mais antigas de Portugal, com uma longa tradição na região de Bucelas, a casta Arinto espalhou-se entretanto para a maioria das regiões do vinho, devido à sua capacidade de adaptação a diferentes terrenos e climas. Arinto, conhecida como Pedernã na região do Vinho Verde, tem na sua acidez fresca uma das suas principais características, combinadas com uma mineralidade distintiva, excelente estrutura e um toque aveludado. O seu aroma é relativamente discreto com notas de maçã verde e limão. A casta Arinto produz vinhos que evoluem muito bem em garrafa, ganhando elegância e complexidade, e envelhecem muito bem para surpresa de muitos.

Harmonização com a casta Arinto:

A casta Arinto é uma descoberta incrível, como uva de vinho branco, e que é muito feliz na mesa. A sua acidez jovem e crocante permite que possa ser emparelhada com saladas temperadas, entradas marinadas e crustáceos simplesmente preparados tais como caranguejo e lagosta. Um vinho perfeito para ser emparelhado com comida leve grelhada tal como filetes de peixe branco, codorniz e espetadas de legumes, nos quais a intrínseca mineralidade da casta e sensação crocante na boca destacam os delicados aromas fumados e permitindo que os sabores essenciais brilhem. Vinho perfeito para beber num piquenique num dia quente, a casta Arinto é um óptimo acompanhamento para uma cesta de vime recheada de sanduíches variadas, saladas compostas e de charcutaria variada a ovos cozidos. Para não falar da infinita variedade de azeitonas!

Dueto asiático: Peixe ao vapor com cogumelos palha e lúcia-lima.

Dueto europeu: Terrina de camarão e vieira com molho aioli de estragão

Dueto Americano: Salada de frango com maçãs verdes e nozes.

Informação “Academia Vinhos de Portugal” Wines of Portugal

As Sardinheiras de Mirandela

pelos anos cinquenta

Depois de abordarmos a memória imaterial das vendedoras de sardinhas da Torre Dona Chama e da zona de S. Pedro Velho, vamos dar algumas pinceladas sobre as sardinheiras de Mirandela e que daqui irradiavam para as aldeias vizinhas, tendo a década de cinquenta do século XX como principal referência.

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Os Vinhos

Vinhos - Glossário

A palavra "Glossário" significa o conjunto de palavras diretamente relacionadas com determinada área ou tema, isto é, o vocabulário próprio utilizado especificamente em determinado assunto.

Nos vinhos existe também um vocabulário muito ligado a este tema. Deixaremos expresso neste artigo algumas palavras e os seus significados relacionados com os vinhos:

Bouquet - Galicismo ( palavra ou expressão imitada ou tomada da língua francesa para outra língua ) que designa os aromas desenvolvidos no vinho após o estágio em madeira e garrafa.

Casta - Características comuns de um conjunto de videiras, provenientes de uma ou várias plantas morfologicamente semelhantes.

Corpo - Sensação tátil do vinho na boca, resultante do álcool e de todas as substâncias contidas no vinho.

DOC - Denominação de Origem Controlada.

Enologia - Ciência que estuda os vinhos.

Escanção - Antigamente era o oficial da corte que tinha a função, na ocasião dos repastos, de servir o vinho no copo e oferecê-lo ao rei. Atualmente, nos bons restaurantes, é o escanção que os recomenda e serve aos clientes. Sommelier em francês.

Lágrima - Fluido remanescente que escorre lentamente, podendo observar-se nas paredes internas do copo, após agitar o vinho. Resulta mais marcante, quanto maior for a quantidade de álcool e açúcar residual existentes.

Prova - Apreciação, através dos órgãos sensoriais (visão, olfato e gosto) das qualidades de um vinho.

Terroir (francês) - Fatores imutáveis que rodeiam a vinha e que dependem do terreno onde se encontra.

Vinho Regional - Classificação dada aos vinhos de uma determinada região não enquadrados nas regras estabelecidas para a designação DOC.

Vinho Varietal - Vinho com pelo menos 85% de uma só casta de uvas.

VQPRD - Vinho de Qualidade Produzido em Região Demarcada.