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Blogue NetBila News

NetBila News : ficção, comédia, crítica social e política

O "NetBila News" é um blogue de crítica social e política, assim o tentamos fazer da melhor maneira possível, com textos, imagens, vídeos e histórias ficcionadas, utilizando "bonecos" pré-fabricados, alterados, outros desenhados de raiz, originais. O "NetBila News" é extensão do espaço "NetBila" cujas páginas neste website são marcadas sobretudo por informação mais séria, de carácter regional.
Assim, fotos e outras imagens, vídeos e textos mais ou menos divertidos podem observar-se, ler-se, em "NetBila News", blogue ficcionista a dizer coisas, a brincar com factos, imaginando histórias e tradições, culturas e enredos «politicamente incorretos». Encontros com as palavras onde o espaço existe para os comentários e as réplicas aceites com agrado.

 

Nos conteúdos inseridos em "NetBila News", a existência de quaisquer semelhanças com a realidade são meras coincidências ou histórias romanceadas, não refletindo a verdade dos factos.
Visite o canal NetBila News no YouTube.

Castelão

Castas tintas - Castelão

A uva tinta mais plantada no sul de Portugal dá origem a vinhos finos, firmes e frutados com aroma a framboesa que evoluem com o envelhecimento para aromas de cedro e caixa de cigarros. É em Palmela, na região da Península de Setúbal, ao sul de Lisboa, que a casta dá o melhor de si.

Informação “Academia Vinhos de Portugal” Wines of Portugal

Festival da Castanha de 2013

em Arouca

Restaurantes de Arouca

Pratos de vitela e doces conventuais

Aconteceu no último fim-de-semana de Outubro, na bonita e histórica vila de Arouca, o Festival da Castanha, que visa a promoção deste fruto mágico e a confecção de pratos e doces com castanha. Devido ao meu livro «Memórias da Maria Castanha» fui convidado da autarquia arouquesa. Fiquei encantado com a paisagem, o Geopark e a gente, o Mosteiro de Dona Mafalda ou das monjas cistercienses e a sua gastronomia.

Os pratos de vitela e os doces conventuais são do melhor que há. Se vier pela A24 aproveite e almoce num dos muitos restaurantes de Alvarenga, terra da boa vitela arouquesa e se chegar pela A1 pode escolher o restaurante Parlamento (há outros bons) no centro da vila, que espalha simpatia e oferece da melhor vitela assada, em naco ou em posta.

Os doces de Arouca são uma loucura. O pão-de-ló de Arouca ensopado ou seco são divinais e o «Pão de S. Bernardo» uma tentação que me pode levar a ir lá para me deliciar com um. Pega-se com a mão, às arrepeladelas, e come-se. Sobre o divinal Pão de São Bernardo havemos de falar noutro momento e mais demorado.

As Festas dos Jogos Populares

O Jogo das Panelas, junto à Torre de Belém

A partir de 1977, com a grande festa de jogos populares - I Jogos Populares Transmontannos -, inúmeras localidades transmontanas começaram a festejar o seu reaparecimento. De facto, nesta altura, as populações sentiam que a cultura popular, a sua própria cultura, renascia pelo interesse e empenho que todos demonstravam e pelos apoios que recebiam das estruturas locais do Estado. António Cabral esteve à cabeça deste movimento, contribuindo com o seu entusiasmo, a sua investigação e o apoio dado aos grupos que, entretanto, se formaram e organizaram em associações culturais, tomando estas parte na implementação dos jogos, alguns deles adormecidos pela distância do tempo.

Até ao ano de 1988, os jogos populares transmontanos percorreram e divertiram milhares de pessoas, entre organizadores, participantes e observadores. Muitas localidades transmontanas organizaram as suas festas populares onde não faltavam os jogos populares. Os Jogos Populares Transmontanos ultrapassaram as fronteiras desta região, chegando a vários locais do país e do estrangeiro. Lisboa, Porto, Santiago de Compostela, na Galiza, Nancy, França, Frankfurt, na Alemanha, através do Centro Cultural Português, Bridgeport, Ludlow e Milford, nos Estados Unidos da América.

Imagem do livro "Os Jogos Populares (Onze anos de história: 1977-1988)", de António Cabral

Castedo

Castedo do Douro

A povoação do Castedo situa-se sobranceira ao rio Douro na sua margem direita, a seis quilómetros da sede do concelho, a vila de Alijó. As vinhas circundam em abundância o denso casario de que faz parte a casa do escritor António Cabral, nascido naquela aldeia a 30 de Abril de 1931.

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