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MOSTEIRO (Pedrógão Grande) As Cinzas e a Esperança

MOSTEIRO (Pedrógão Grande)
As Cinzas e a Esperança

O autor do livro que aqui mencionamos – João de Deus Rodrigues – descreve nesta obra literária da Edições Amadora-Sintra, em verso e em prosa, uma história de sentimentos, a sua ligação à terra da mulher com quem casou, há quarenta e nove anos – Mosteiro, uma pequena localidade rural do concelho de Pedrógão Grande –, deixando pelas palavras escritas um documento válido, um testemunho presencial do que lá aconteceu no dia dezassete, e na noite de dezassete para dezoito do mês de Junho de 2017, no chamado incêndio de Pedrógão Grande.
Na nota de abertura deste seu livro, a dada altura, diz João de Deus:
Desde que casei no Mosteiro assisti a três grandes incêndios, um em 1985, outro em 2003 e agora este, no dia 17 de Junho de 2017.
Porém, dos três, este foi, incomparavelmente, o mais devastador e ameaçador para a aldeia e para a população!
Aqueles que lá estávamos, sós e isolados, com doentes acamados, e a maioria idosos, a fazer frente ao incêndio, o "Monstro", no passado dia dezassete de Junho, jamais esqueceremos o perigo por que passámos; o risco de vida que corremos e, até, o património que perdemos.

Castelão

Castas tintas - Castelão

A uva tinta mais plantada no sul de Portugal dá origem a vinhos finos, firmes e frutados com aroma a framboesa que evoluem com o envelhecimento para aromas de cedro e caixa de cigarros. É em Palmela, na região da Península de Setúbal, ao sul de Lisboa, que a casta dá o melhor de si.

Informação “Academia Vinhos de Portugal” Wines of Portugal

Festival da Castanha de 2013

em Arouca

Restaurantes de Arouca

Pratos de vitela e doces conventuais

Aconteceu no último fim-de-semana de Outubro, na bonita e histórica vila de Arouca, o Festival da Castanha, que visa a promoção deste fruto mágico e a confecção de pratos e doces com castanha. Devido ao meu livro «Memórias da Maria Castanha» fui convidado da autarquia arouquesa. Fiquei encantado com a paisagem, o Geopark e a gente, o Mosteiro de Dona Mafalda ou das monjas cistercienses e a sua gastronomia.

Os pratos de vitela e os doces conventuais são do melhor que há. Se vier pela A24 aproveite e almoce num dos muitos restaurantes de Alvarenga, terra da boa vitela arouquesa e se chegar pela A1 pode escolher o restaurante Parlamento (há outros bons) no centro da vila, que espalha simpatia e oferece da melhor vitela assada, em naco ou em posta.

Os doces de Arouca são uma loucura. O pão-de-ló de Arouca ensopado ou seco são divinais e o «Pão de S. Bernardo» uma tentação que me pode levar a ir lá para me deliciar com um. Pega-se com a mão, às arrepeladelas, e come-se. Sobre o divinal Pão de São Bernardo havemos de falar noutro momento e mais demorado.

As Festas dos Jogos Populares

O Jogo das Panelas, junto à Torre de Belém

A partir de 1977, com a grande festa de jogos populares - I Jogos Populares Transmontannos -, inúmeras localidades transmontanas começaram a festejar o seu reaparecimento. De facto, nesta altura, as populações sentiam que a cultura popular, a sua própria cultura, renascia pelo interesse e empenho que todos demonstravam e pelos apoios que recebiam das estruturas locais do Estado. António Cabral esteve à cabeça deste movimento, contribuindo com o seu entusiasmo, a sua investigação e o apoio dado aos grupos que, entretanto, se formaram e organizaram em associações culturais, tomando estas parte na implementação dos jogos, alguns deles adormecidos pela distância do tempo.

Até ao ano de 1988, os jogos populares transmontanos percorreram e divertiram milhares de pessoas, entre organizadores, participantes e observadores. Muitas localidades transmontanas organizaram as suas festas populares onde não faltavam os jogos populares. Os Jogos Populares Transmontanos ultrapassaram as fronteiras desta região, chegando a vários locais do país e do estrangeiro. Lisboa, Porto, Santiago de Compostela, na Galiza, Nancy, França, Frankfurt, na Alemanha, através do Centro Cultural Português, Bridgeport, Ludlow e Milford, nos Estados Unidos da América.

Imagem do livro "Os Jogos Populares (Onze anos de história: 1977-1988)", de António Cabral

Castedo

Castedo do Douro

A povoação do Castedo situa-se sobranceira ao rio Douro na sua margem direita, a seis quilómetros da sede do concelho, a vila de Alijó. As vinhas circundam em abundância o denso casario de que faz parte a casa do escritor António Cabral, nascido naquela aldeia a 30 de Abril de 1931.

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