NOTA ! Este sítio utiliza cookies e outras tecnologias semelhantes.

Se não alterar os parâmetros do seu navegador, está de acordo. Saber mais

Compreendo

ArteAzul-Atelier

 

Utilizamos cookies para personalizar conteúdo e anúncios, fornecer funcionalidades de redes sociais e analisar o nosso tráfego. Também partilhamos informações acerca da sua utilização do site com os nossos parceiros de redes sociais, publicidade e análise. Ver detalhes


Livros e outras publicações

Tragédia dos incêndios no concelho de Pedrógão Grande, em 2017

Dia dezassete de Junho de 2017, sábado, catorze horas. Calor seco, uma trovoada a formar-se. Em casa, eu, de tronco nu, escrevo no computador páginas do meu próximo livro de Contos. A minha esposa chama-me à atenção para os incêndios que cercam Pedrógão Grande e vou à janela e, na direcção dos Escalos Fundeiros, a escassos sete quilómetros do Mosteiro, avisto fumo de um incêndio que se adivinha, venha a ser grande. Depois, mais à minha direita, avisto outros dois focos de incêndio, com sinais assustadores.

NetBila News : ficção, comédia, crítica social e política

O "NetBila News" é um blogue de crítica social e política, assim o tentamos fazer da melhor maneira possível, com textos, imagens, vídeos e histórias ficcionadas, utilizando "bonecos" pré-fabricados, alterados, outros desenhados de raiz, originais. O "NetBila News" é extensão do espaço "NetBila" cujas páginas neste website são marcadas sobretudo por informação mais séria, de carácter regional.

Mais de 23.000 termos no Dicionário Transmontano e Altoduriense de Língua Charra

Há umas três semanas foi noticiado com grande ressonância na comunicação social que se editou, em Bragança, um dicionário com 10.000 termos. O dicionário até terá tido direito a apresentação na Academia das Ciências de Lisboa, o que é bom. Muito bom não me parece que a comunicação social tenha feito grande alarido do feito, como se fosse algo de inédito ou não houvesse, mais que um autor que já tivessem feito esse duro trabalho de casa. Assim, para que conste e em nome da verdade, refiro aqui alguns trabalhos anteriores de diversos autores.

MOSTEIRO (Pedrógão Grande)
As Cinzas e a Esperança

O autor do livro que aqui mencionamos – João de Deus Rodrigues – descreve nesta obra literária da Edições Amadora-Sintra, em verso e em prosa, uma história de sentimentos, a sua ligação à terra da mulher com quem casou, há quarenta e nove anos – Mosteiro, uma pequena localidade rural do concelho de Pedrógão Grande –, deixando pelas palavras escritas um documento válido, um testemunho presencial do que lá aconteceu no dia dezassete, e na noite de dezassete para dezoito do mês de Junho de 2017, no chamado incêndio de Pedrógão Grande.

Reedição do livro "Poemas Durienses", de António Cabral

Com imagens e capa do pintor Nuno Barreto, foi em 1963 que António Cabral editou o seu livro de poesia "Poemas Durienses", dedicado a seus pais e sua irmã, assim como aos colegas da revista Setentrião: António Barreto, Ascenso Gomes, Carlos Loures, Eduardo Guerra-Carneiro, Eurico Figueiredo, Gonçalinho de Oliveira, Nuno Barreto, Vasconcelos Viana. 

Ernesto Rodrigues, da Torre, foi premiado

O Professor e Escritor Ernesto Rodrigues nasceu na Torre Dona Chama, concelho de Mirandela e foi, recentemente, premiado com o «Pen Clube da Narrativa». Venceu este importante prémio com o romance «Uma Bondade Perfeita», editado pela Gradiva e que versa o drama vivido pelos refugiados, demonstrando, ainda, «uma visão ética da vida».

"O Natal da Minha Infância" de João de Deus Rodrigues

Com os habituais e atenciosos votos de Santo e Feliz Natal, o autor João de Deus Rodrigues enviou-nos um dos seus poemas e uma imagem, recordando o Natal da sua infância, do seu livro de poesia “O Acordar das Emoções” da Tartaruga Editora.
O Natal da Minha Infância
Ah!, como era bela e natural
A noite de Natal,
Da minha infância.
Mesmo sem acalentar a esperança,
Que o Menino Jesus fosse à chaminé,
Para deixar brinquedos no meu sapatinho.

As Castanhas no Cancioneiro

As Castanhas no Cancioneiro Popular

A folha do castanheiro
Enquanto verde não roge;
Aproveite-se, ó menina,
Do seu amor que lhe foge.

Castinheiro que dás castanhas,
Castinheiro dá cá uma,
Para a dar de parva
Ao meu amor que jejua.

No alto daquela serra
Tem meu pai um castinheiro;
Dá castanhas no Maio
E azeitonas em Janeiro.

Que lindos outeiros!
Ao longe a montanha;
Que bons castinheiros!
Que bela castanha!

Quem dera cá o Verão,
O tempo das  escarmoçadas!
Queria dar ao meu piaçá
Quatro castanhas assadas.

Adeus povo de São João (Corveira)
Rodeado de castanheiros
Quero-te tâo do coração,
C`mós amores primeiros.

Serapicos, ó Serapicos,
Folhinha de castanheiro,
Trago-te dentro do peito,
Encanto de amor primeiro.

A folha do castanheiro
É bicada c`má renda
Ninguém se finte nos hômes
Olhem que são fraca tenda!

A folha do castanheiro
É verde e tarde amadura,
É c`mó génio dos hômes
Triste de quem os atura!

A castanha miudinha
Apanhada uma a uma;
São como as mocinhas d`agora,
Que não têm vergonha nenhuma

A folha dos castanheiro
É rebicada como a renda;
Quem tem um amor bonito,
Tem uma grande prenda…

in Castanea - uma dádiva dos deuses, de Jorge Lage

Lojas Chinesas

As lojas chinesas estão a tornar-se uma praga, graças à pouca cultura que a nossa gente tem. Cada vez que compram um produto chinês, nós os portugueses e Portugal, ficamos mais pobres. Além disso, ao comprarmos produtos chineses estamos a empurrar mais portugueses para o desemprego.

Digam-me o que é que os comerciantes chineses compram nas lojas portuguesas? Porque é que não têm, também, alguns produtos portugueses nas suas lojas? O que me parece é que eles praticam um quase racismo comercial, relativamente aos produtos portugueses. A forma de os fazer mudar de estratégia é, ao entrar nas suas lojas, questioná-los, pedir-lhes produtos portugueses. Se sabem que somos nós que lhe demos dinheiro a ganhar, também deviam pensar um pouco em retribuir e não só mandar dinheiro para a China. A maior parte dos produtos chineses não têm qualidade, pelo que lembramos: «quem se veste de ruim pano, veste-se duas vezes no ano.»

Porto Vintage

O Porto Vintage é feito nos melhores anos

O Porto Vintage é feito nos melhores anos e é engarrafado após apenas dois anos em barrica, mantendo-o rico e vermelho.

O Porto Vintage vai beneficiar de envelhecimento em garrafa para mais complexidade. O Vinho do Porto “Single Quinta Vintage” vem de propriedades individuais. O Vinho do Porto Colheita também vem de um único e indicado ano mas são envelhecidos por um mínimo de sete anos em barrica antes do engarrafamento.

O Porto Tawny que especifica um número de anos no rótulo (10, 20, 30, 40) é mais pálido na cor, mais suave e é subtil e complexo devido ao longo envelhecimento.

Informação “Academia Vinhos de Portugal” Wines of Portugal

Poupar e Educar

Para a sustentabilidade em Montalegre

Numa visita que fiz à abertura da Feira do Livro de Montalegre, num espaço amplo e agradável, entre os vários projectos associativos e educacionais, chamou-me especial atenção um de troca de livros escolares, promovido pela Biblioteca Municipal e sua Directora, Gorete Afonso, para se evitarem gastos supérfluos. Mas, para além da criação de bons hábitos na economia familiar, reutilizar manuais é uma boa prática de educação para a sustentabilidade e qualidade de vida. Afinal, em países mais ricos, como a Holanda, a compra de materiais em segunda mão é uma prática estimulada e praticada pela população, passando os materiais escolares de uns para outros (sem recibos doentios dos nossos políticos e mangas-de-alpaca).

Um meu amigo de colégio (e homónimo no apelido), pai de uma das alunas com quem conversei, confessou-me que a filha, aluna do 1.º ciclo, lembra à mãe que não precisa do que ela lhe quer comprar, dizendo: - óh mãe, eu não preciso disso, tenho roupa suficiente! Pareceu-me que a Professora Lúcia, será responsável pelo muito saber tradicional dos alunos e pela educação para a poupança, rejeitando o que não lhes faz falta. Os Alunos do 1.º ciclo estavam motivados e participativos, alavancas importantes da aprendizagem.