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Personalidades consideradas importantes, não sendo, algumas, mencionadas nas enciclopédias

Sessão de evocação de Monsenhor Eduardo Sarmento

A Câmara Municipal de Vila Real organiza e a todos convida para assistirem à sessão de evocação de Monsenhor Eduardo Sarmento, a propósito da sua biblioteca particular, fazendo esta parte da Biblioteca Municipal de Vila Real.
A sessão decorrerá no auditório da Biblioteca Municipal, dia 18 de novembro de 2017, sábado, às 16:00 horas, com uma palestra do Padre Manuel Vicente, pároco de Folhadela e Ermida.

Nuno Álvares Pereira da Conceição Nozelos

Nuno Nozelos nasceu em Fradizela (concelho de Mirandela), em 15 de Novembro de 1931. Foram seus pais Manuel António Nozelos e Esperança de Deus Gonçalo, sendo Nuno o primeiro de oito filhos.
Após o ensino primário na própria aldeia de Fradizela, frequentou o ensino dos Salesianos, primeiro em Poiares da Régua, depois em Mogofores e finalmente no Estoril, onde concluiu o curso de Filosofia. Posteriormente frequentou o Instituto Superior de Psicologia Aplicada, em Lisboa. Fez, além disso, diversos cursos de índole profissional, virados para a área jurídico-administrativa e relacionados com a carreira que seguiu no Ministério da Saúde.
Aí começou a trabalhar em 1955, vindo a ocupar o cargo de técnico superior principal, lugar em que se aposentou em 1984.

O Advogado Manuel Verdelho

O advogado Manuel Verdelho é um ilustre colaborador do Notícias de Mirandela. A colaboração do advogado Manuel Verdelho, natural de Vale de Gouvinhas - Mirandela e residente em Chaves, é de qualidade e nela vai espelhando ou retractando uma vasta cultura que possui e no-la vai transmitindo a nós, seus leitores. Mas, nem tudo o que se escreve no Notícias de Mirandela é lido por mim. Leio os textos equilibrados e profundos que me despertam atenção. O advogado Manuel Verdelho é um bom exemplo. Aliás, o apelido Verdelho na nossa região leva-nos logo para Vale de Gouvinhas.

Júlia Rodrigues uma mirandelense deputada à Assembleia da República

Júlia Rodrigues parece talhada para a política, por ser uma lutadora que espalha simpatia e charme. Fui encontrá-la no Palácio da Independência, com o Salão Nobre da Comissão de História Militar literalmente repleto de altas patentes militares, políticos e outras individualidades para assistirem ao lançamento do livro «A Descolonização da Guiné-Bissau e o Movimento dos Capitães», do escritor, investigador e Capitão do 25 de Abril, Jorge Golias.

Participou no 25 de Abril de 1974

Jorge Sales Golias nasceu em 1941, em Mirandela. Cursou a Academia Militar (Exército - Arma de Transmissões) e licenciou-se em Engenharia Electrotécnica no IST.

Maria da Graça, uma mondinense de respeito

Já uma vez, em Março de 2010, escrevi acerca desta minha distinta conterrânea, da diáspora, como eu, o que repito e teimo divulgar: "Não vai gostar, mas como a sei mulher que a quem como ela amar e defender a terra onde ambos nascemos é capaz de perdoar este meu atrevimento, eis-me a revelar o nome daquela "minha conterrânea Mg que para ver e conhecer gente transmontana que em verso ou prosa honre as letras lusas não há igual!", como noticiei no blog Ao sabor do tempo, em post, de 26 de Fevereiro 2010, intitulado "encontro cultural".

Quero «viver apaixonadamente e morrer a tempo»
foi o ideal de felicidade de Bento da Cruz

Convivi com Bento da Cruz na Barragem de Pisões na década de sessenta. Em 30 de Junho de 1962 abandonei o Seminário de Vila Real. E, nos primeiros dias de Julho seguinte, fui ali pedir emprego, recorrendo ao Senhor José Cruz que tinha sido primeiro sargento militar e que vivia maritalmente com minha prima, Maria do Carmo, professora do ensino primário. O seu Pai era conhecido pelo «Tio Vicente Terré», de Codeçoso  que casara para Gralhós, onde a filha nasceu.  Curiosamente veio a ser a professora que preparou para a quarta classe o atual Presidente da Academia de Letras de Trás-os-Montes, António Chaves, que curiosamente foi o maior confidente e biógrafo de Bento da Cruz. 

Vinho Regional (VR)

Vinho Regional (IG OU IGP)

O país é dividido em 14 zonas de «Vinho Regional». Os vinhos provenientes dessas zonas têm sido rotulados em Portugal como Vinho Regional (VR). Agora, a União Europeia introduziu novos títulos para esta categoria de vinho: 'IG', que significa «Indicação Geográfica» ou «IGP» – «Indicação Geográfica Protegida». As Regras para fazer Vinho Regional são muito menos restritas do que as que regem os vinhos DOC. No entanto, muitos vinhos portugueses de prestígio são classificados como Vinho Regional. Isto é frequente porque o produtor tem optado por utilizar variedades de uvas que não são permitidas para o DOC local ou, pelo menos, não nessas combinações ou proporções particulares ou por uma questão territorial.

Os regulamentos são mais flexíveis para Vinho Regional permitindo aos produtores uma maior margem para a individualidade, embora estes vinhos ainda tenham que cumprir certos requisitos, tais como variedades de uvas, teor mínimo de álcool, etc.

Informação “Academia Vinhos de Portugal” Wines of Portugal

Apreciação do Vinho

Alimentos prejudiciais à apreciação do vinho

Há vários alimentos que prejudicarão, segundo os especialistas gastronómicos, a degustação do vinho. Evidentemente que, sobre este assunto, o gosto de cada um é suficiente para concluir se determinado alimento não se coaduna com os vinhos em geral ou com algum em particular. Como é comum dizer-se - os gostos são relativos - e muito variáveis de pessoa para pessoa. Contudo, existe a ideia formada, talvez aceite por uma larga maioria que, pelos seus sabores demasiadamente intensos, certos alimentos não combinam com os vinhos. A comprovar isto mesmo, basta recordar o vinagre. Não se tratando propriamente de um alimento é, no entanto, um condimento que serve para temperar algumas comidas como é o caso das saladas. Com este exemplo poderão os interessados em tirar conclusões, fazer as suas próprias experiências.

Carregados com este intenso tempero, sejam as saladas ou outros alimentos quaisquer, não deverão misturar-se vinho e vinagre como se constata pelo consenso geral. Deste modo, não fazemos mais do que separar um subproduto do respetivo produto original.

Mas há outros alimentos capazes de perturbar o paladar, não só para a receção de um bom vinho mas da própria refeição, como os queijos demasiado fortes.

Grande parte dos frutos, muito especialmente o limão e a laranja, são, em princípio,  verdadeiros "inimigos" de qualquer vinho que se preze.

Água Mel

Muita paciência e saber

Os leitores mais atentos sabem que eu gosto de partilhar receitas tradicionais e quanto mais raras melhor. No último Verão fui a uma feirinha no jardim de Tavira à procura de comprar por lá alguns mimos. E comprei. Por exemplo, mel de flor de laranjeira e de flor de medronheiro. Mas, o frasco de «água mel» foi o que maior expectativa gerou em mim. Um produto inimaginável. 

O jovem apicultor, Fábio Fernandes, deu-me toda a informação que eu lhe pedi. Que o água mel era um produto tradicional feito com muita paciência e saber. Tinha que se estar muito tempo com a panela ao lume, muito brando, para não queimar.

A promessa ficou de trocarmos mais informação. Assim, quando um frasco de mel rosmaninho, com favos, está a chegar ao fim, achei que era a altura.

Puro engano, os algarvios reagem todos (ou quase todos) como as velhas arcas poeirentas que não deixam transpirar cá para fora o saber tradicional. A conversa foi bastante cautelosa, negando afirmações que tinha proferido antes.

Melhor dizendo, foi-me remetendo para saberes da mãe que nem com ele partilhava e que também gostaria de saber.

Em quase todo o Portugal, ao contrário do Algarve, a maioria gosta de partilhar as receitas de baú.

Numa próxima conversa tentarei tirar o máximo de informação para registar a seguir.

Mesmo assim foi-me dizendo que a água mel era um produto da lavagem da feira e poucos sabem confeccioná-lo. Lavagem da feira são os resíduos de mel e cera que, com muita paciência, ao lume brando vão cozendo, durante horas, para não ficar cozido mais, porque depois torra, e nem pouco cozido, porque, neste caso, ficaria azedo.

Parece que o segredo é deixar cair um pingo de água mel num unha e se o mesmo ficar redondinho, pode-se retirar.

Que é um doce divinal é, que até Júpiter se lamberia com esta ambrósia e encheria os humanos de bênçãos.

Penso que estou perante o célebre hidromel que os iberos já cultivavam e a água mel será uma fórmula popular de se nomear. Se assim for, tenho de corrigir o meu conceito de hidromel, que pensei ser uma bebida aquosa e será muito mais que isso.

Alguém me consegue a receita original? Fico à espera.

Café Central (4)

O Nanico no Café Central

4º episódio

A noitada, envolta em intensos e demorados discursos, conjeturas, promessas e esperanças fundadas em aparências terminam sem resoluções, deixando os notívagos confusos, turvos em paladares amargos, inquietos. Felizmente, na aldeia, um só Nanico existe!... Imagine-se meia dúzia!...

Couros cabeludos e couros sem cabelo e principalmente o tema televisão foram, deste modo, o mote para a ideia do “negócio”, apesar da sequência vertiginosa dos últimos acontecimentos no país e consequente espetacularidade mediática serem responsáveis por alguma perturbação da razão e serenidade de espírito do Nanico. Quando as notícias são sobremaneira espetaculares e se transformam em histórias de grande aparato, a confusão plasma-se irritante, esvaindo-se-lhe o protagonismo. Se, por um lado, o seu convencimento mantido fiel, desde a primeira hora, o obriga a reações de absoluta firmeza nas suas convicções, impondo-se enérgico; por outro, sentimentos de dúvida insistem em permanecer dando-lhe cabo do miolo de um modo em que a receção das suas mensagens não vai além, não ultrapassa uma débil fasquia.

Assim a noite termina sem tocar no desfecho e os dias acontecem, apesar do obscurantismo, submetendo-se este, contudo, a sucessivas quarentenas, não com objetivos de prevenção mas sobrepondo-se pela desordem.

Melhores dias virão, naturalmente. Outras noites como esta ocorrerão e novas oportunidades originarão cultura, conhecimento e luz, capazes de levar por diante a ideia maravilhosa de um quadro de bem-estar e situações infinitas de felicidade!

5º episódio