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Regiões * arquivo de notícias regionais

Exposição no Hospital Distrital de S. Teotónio, em Viseu

O médico mirandelense, Luís Carvalho, vai fazer uma exposição de pintura no Hospital Distrital de S. Teotónio, em Viseu, em Agosto 2015.

O Professor e Escritor Ernesto Rodrigues foi homenageado na sua «Terra Natal», a Torre Dona Chama

Bragança é a capital do nosso distrito e está sempre atenta a tudo o que são valores humanos de outros municípios para os atrair para a sua zona cultural de influência. Também o distinto académico e ilustre escritor Ernesto Rodrigues tem sido solicitado para Bragança. Mas, o que pode acontecer com tanta gente ilustre a ser puxada para Bragança, alguns serão mais depressa esquecidos que na terra natal.

Academia de Letras de Trás-os-Montes completou 5 anos

Decorreu no dia 6 do corrente, em Bragança, a assembleia geral destinada a eleger os corpos sociais para o próximo triénio da Academia de Letras de Trás-os-Montes. A morte prematura do seu último presidente da Direção – Amadeu Ferreira – fez com que esse mandato fosse interrompido, quando ainda faltava um ano do seu exercício.

Queimada do Solstício de Verão ficará a cargo do Padre Fontes

Receber, de braços abertos, o primeiro sol do Verão é o desafio lançado pela AETUR – Associação dos Empresários Turísticos do Douro e Trás-os-Montes para 20 e 21 de Junho, dias que marcam a celebração do Solstício de Verão. 

Villa Real Alegre, o S. João e a Feira de S. Pedro, de J. Ribeiro Aires

A Maronesa Comunicação Social/Notícias de Vila Real faz a todos o convite para assistirem ao lançamento do livro Villa Real Alegre, O S. João e a Feira de S. Pedro, da autoria de J. Ribeiro Aires, que  terá lugar no Salão Nobre do Centro Cultural Regional de Vila Real, no Largo de S. Pedro, no próximo dia 17 de Junho,  pelas 21h30 minutos, com a participação especial da Companhia Filandorra Teatro do Nordeste.

Santo António, em Vila Real

Desde há uns anos a esta parte, Antónios e Antónias prestam homenagem ao Santo, na Araucária, em Vila Real. Iniciou-se esta tradição numa conversa de três Antónios, junto da imagem de Santo António, desenhada pelo saudoso arquiteto António Ferreira.

Feira de S. Pedro 2015, em Macedo de Cavaleiros

Entre os dias 27 de junho e 5 de julho de 2015, realizar-se-á a XXXII edição do certame empresarial Feira de S. Pedro. Diversos setores das atividades económicas da região estarão aí representados, com um espaço muito especial reservado ao Artesanato.

Pelourinho de Alijó

Pelourinho de Alijó (5-10-2012)

O Pelourinho de Alijó está datado do século XVI.

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O «Borda»

João Manuel Gomes «Borda», de Cabeda

O «Borda» era a alcunha de um senhor de Cabeda dos finais do século XIX, princípios do século XX, que tinha um grande carisma, pelo que me contam os mais velhos que ainda o conheceram, carisma que lhe provinha do refinado humor que cultivava nas relações sociais na aldeia. 

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Salvar o Tua

Passeio pela extinta Linha do Tua

Se fores ao Tua
esquece-te dos pronomes possessivos.”
(António Cabral)

Li algures, há uns anos, que era urgente “Salvar o Tua” e se exigia a suspensão imediata das obras na barragem, chamando a atenção para os danos irreparáveis que destruiriam o Vale do Tua, parte de um património do Alto Douro Vinhateiro.

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Vai ser um assombro!

Vai ser um assombro! Foi assim que se me referiu o ferrador Flandório à festa dos «Reis de Vale de Salgueiro». – Vai ser um assombro! O meu neto é o mordomo! Vamos matar uma vitela das melhores na véspera! Foi assim que completou a explicação o velho flandório. Recordo-me deste velho amigo de minha casa e dos meus pais desde a infância. Lembro-me do modo humano como ele tratava os beis, quando os ferrava no tronco. As patas da frente eram mãos, bem como para qualquer bom lavrador. Afinal eram o prolongamento da família. Pelo tratamento dos beis se avaliava o carácter e honra do labrador. O Flandório malhava bem os canelos antes de entrarem nas unhas e até ao cravejar era um mestre. O bei não podia sofrer ao espetar-lhe os cravos. Estes possantes animais eram os «tractores agrícolas» de há sessenta anos a trás. Quando os animais estavam doentes era como se abatesse uma desgraça sobre a casa do labrador. Mas, o Flandório cruzou o portão poente da Praça para o Jardim Trigo Negreiros como se antevisse o gozo do «céu dos Reis» de 2011. Eu prometi-lhe que lá iria ver como é a festa deles e nesse dia vou fumar um cigarro, coisa que não faço há mais de quarenta anos. Sei que vinho, vitela assada e pão não vão faltar em casa da família Flandório. É uma referência de educação, aprumo e simpatia e foi uma felicidade para mim encontrá-lo quando fazia trabalho de pesquisa para o livro «Mirandelês».