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ArteAzul-Atelier

 

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Convívio Mirandelense na Casa Regional de Trasmontanos e Alto-Durienses no Porto

A ideia foi do Artur Ferreira (Praia). Estava marcada a apresentação do meu livro, «Mirandela Outros Falares» dia 11 de Novembro último e o Artur nunca mais me largou: - Já falta pouco tempo tens que divulgar! Vai ser interessante revermos ex-colegas e amigos que não nos vemos há mais de 50 anos! Há amigos, como o Artur ou o Jorge Golias, se não puder satisfazer o que me pedem é quase como uma ofensa aos anjos e santos. Por isso, consegui um cartaz electrónico para o evento cultural/convívio e tratei com a presidência da Casa Regional de promover um «Almoço Regional» irmanado com a apresentação do livro «Mirandela Outros Falares». O resto da mobilização foi em cadeia, sendo os elos mais fortes: Artur Ferreira, Celestino Reis, Lurdes Seramota e Celeste Pires (dos Vilares da Torre).


O Artur, sempre meticuloso, em tudo o que faz, foi-me dizendo: - gostávamos muito que a nova Presidente do Município também estivesse para ouvir os mirandelenses radicados no Porto. A Presidente, Júlia Rodrigues, na sua generosidade, simpatia e bairrismo soube dizer: - Presente! Com a sua discreta, atenciosa e simpática presença tornou a Casa Regional mais bela, elevou o evento e iluminou os rostos dos presentes.


O «Rancho à Mirandela» estava bom e no próximo encontro, talvez daqui a um ano, poderá ser: «alheira com a couve de Mirandela». Temos que voltar ao «local do crime». Quem irá seleccionar a alheira será o Celestino, porque ele discordou do último elogio que dei a uma marca de alheiras de Mirandela. Afinal, ele é mais exigente do que eu ao apreciar as alheiras de Mirandela. Falta dizer que no almoço regional estivemos cerca de 50 pessoas, citando alguns dos ainda não referidos acima e esposas/maridos: Nuno Canavez, Artur Pilão (pai e filho), José António Fernandes, Beatriz Baptista (prima), Arménio Pinto, filhos de Firmino Mendes (Alexandre, Alberto e Manuel), António Esteves, filhos do Prof. Sousa (Jorge e Amândio Teixeira), irmãs do Luís Carvalho (Conceição e Eduarda), Orlanda Serrano e Odete Granjeia. Uma falta foi a ausência do Jorge Costa. Fica para a próxima. O livro contribuiu para recordar o nosso património etnolinguístico junto de Mirandelenses do Grande Porto.

(fotos de Jorge Lage)

Provérbios (D)

Devagar se vai ao longe.

Depois de fartos, não faltam pratos.

De noite todos os gatos são pardos.

Desconfia do homem que não fala e do cão que não ladra.

De Espanha nem bom vento nem bom casamento.

De pequenino se torce o pepino.

De grão a grão enche a galinha o paparrão.

Devagar se vai ao longe.

De médico e de louco, todos temos um pouco.

Diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és.

Diz o roto ao nu "Porque não te vestes tu?".

Depressa e bem não há quem.

Deitar cedo e cedo erguer, dá saúde e faz crescer.

Depois da tempestade vem a bonança.

Da mão à boca vai-se a sopa.

Deus ajuda, quem cedo madruga.

Dos fracos não reza a história.

Tempo de Castanhas com Livros

Memórias da Maria Castanha

Mês das castanhas ou tempo das castanhas

De 15 de Outubro a 15 de Novembro será o «mês das castanhas» ou o «Tempo das Castanhas».

A nossa gente do campo dizia sempre ao balizar este tempo, «pelas castanhas».

É nesta altura que eu tenho uma série de convites para as festas e feiras da castanha, devido ao meu livro «Memórias da Maria Castanha».

Depois de ter estado, dia 25 de Outubro, no Festival da Castanha de Arouca. Seguiu-se, a 26-10-2013, a Feira da Rural Castanha de Vinhais, a apresentação no Centro Cultural, para a Confraria do Porco Bísaro e do Fumeiro de Vinhais sendo apresentado pelo gastrónomo António Monteiro. Ao fim da tarde foi para o público no espaço da Feira da Rural Castanha, pelo Vice-Presidente Roberto Afonso e pelo dirigente associativo vinhaense, Adérito Roxo. 

Segue-se:

- dia 09NOV2013 (sábado), pelas 18H00, estarei na Biblioteca Municipal de V. P. de Aguiar, a convite do Município e integrado na Feira do Cabrito, Cogumelo e Castanhas, onde o livro, «Memórias da Maria Castanha», será apresentado pelo jornalista aguiarense, Agostinho Chaves;

- dia 16NOV2013 (sábado), pelas 18H00, integrado no Magusto anual da Casa da Beira Alta do Porto, rua de Santa Catarina n.º 147, 1.º (222052838) o livro «Memórias da Maria Castanha» vai, também, ser apresentado pelo Professor Antonino Jorge.

O escritor Dr. Pires Cabral no Prefácio que assina, refere que «(Jorge Lage) publicou em obra de livro A Castanha Saberes e Sabores (2001) e Castanea uma dádiva dos deuses (2005, revista em 2006). (…) Sentindo que tinha ainda muito que estudar, investigar e divulgar sobre a castanha, resolveu arredondar aquelas duas obras numa trilogia, acrescentando-lhes estas Memórias da Maria Castanha – Vocabulário, variedades de castanhas, expressões, provérbios, receitas tradicionais e outros saberes etnográficos do castanheiro».

Foi a pensar em guardar no baú da memória imaterial da castanha e do castanheiro, o saber popular construído e solidificado ao longo de séculos e milénios e que a globalização e o ermamento do mundo rural estão a devorar, que abracei este cabo dos trabalhos.

Este livro é um louvor ao «país da castanha» e às suas gentes.

Reuniões

Outras recordações

Congressos. Reuniões. Outras recordações. Anos disto, anos daquilo e mais anos disto e daquilo. Pregões, anúncios, proclamações. Valores e ética e os mesmos de ontem, os do bolso, sempre. Obscurantismo, liberdade, democracia. Liberdade de expressão, pois então! Cultura! Valores da iluminura a ultrapassar barreiras e cores… e os barreiros tão perto.

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«Hifas da Terra»

Rectificação sobre as «Hifas da Terra»

Por vezes, recebemos informação errada via net e não a cruzamos com outra mais sólida. Coube-me dar uma definição errada, que se me tinha entranhado há cerca de uma década. Assim, a propósito das «Hifas da Terra» e das suas diversas propriedades, traduzi do galego para o português, «hifas» igual a «cogumelos», quando o correcto é, «hifas da terra» igual a «micélios dos fungos», isto é, o conjunto das «raízes e radícolas» dos cogumelos, que se associam às raízes de árvore ou arbusto, para, em conjunto, tirarem vantagens na própria alimentação e no combate a outros fungos indesejados e prejudiciais á planta hospedeira.

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