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ArteAzul-Atelier

 

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Nuno Nozelos

Nuno Nozelos homenageado em Antologia

O Grémio Literário Vila-Realense, que tem tido ao longo dos seus anos de existência a chancela pessoal do ilustre escritor chacinense, é a instituição cultural mais atenta à nossa região, prestigiando Vila Real e a região, pelas iniciativas culturais que desenvolve e pelo cunho de qualidade e rigor com que as promove. A provar as minhas palavras vai estar o facto de ter em marcha uma homenagem ao ilustre escritor mirandelense, nascido na Fradizela e radicado na infância e juventude na vila da Torre que tanto amava e onde acabou por falecer a 18 de Julho de 2016, vitimado pela doença.
Assim, Pires Cabral e o Grémio Literário Vila-Realense entenderam ser o momento oportuno para se prestar homenagem ao nosso ilustre escritor e autor, entre muitos, do livro ímpar «Gente da Minha Terra». Para tal vai ser compilada a antologia «In Memoriam de Nuno Nozelos», que vai ter depoimentos de alguns autores que privaram com o saudoso Nuno Nozelos ou se interessaram pela sua obra. A antologia será apresentada no Grémio Literário Vila-Realense, dia 16 de Março de 2018, «Dia das Letras Trasmontanas e Alto-Durienses».
Seria muito oportuno que se fizesse uma apresentação pública desta obra na vila da Torre ou em Mirandela, no dia da cidade ou da Feira do livro. É tempo de reconhecermos a nossa gente que tem valor em vez de se andar a louvinhar a quem não quer saber de nós.

Provérbios (D)

Devagar se vai ao longe.

Depois de fartos, não faltam pratos.

De noite todos os gatos são pardos.

Desconfia do homem que não fala e do cão que não ladra.

De Espanha nem bom vento nem bom casamento.

De pequenino se torce o pepino.

De grão a grão enche a galinha o paparrão.

Devagar se vai ao longe.

De médico e de louco, todos temos um pouco.

Diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és.

Diz o roto ao nu "Porque não te vestes tu?".

Depressa e bem não há quem.

Deitar cedo e cedo erguer, dá saúde e faz crescer.

Depois da tempestade vem a bonança.

Da mão à boca vai-se a sopa.

Deus ajuda, quem cedo madruga.

Dos fracos não reza a história.

Tempo de Castanhas com Livros

Memórias da Maria Castanha

Mês das castanhas ou tempo das castanhas

De 15 de Outubro a 15 de Novembro será o «mês das castanhas» ou o «Tempo das Castanhas».

A nossa gente do campo dizia sempre ao balizar este tempo, «pelas castanhas».

É nesta altura que eu tenho uma série de convites para as festas e feiras da castanha, devido ao meu livro «Memórias da Maria Castanha».

Depois de ter estado, dia 25 de Outubro, no Festival da Castanha de Arouca. Seguiu-se, a 26-10-2013, a Feira da Rural Castanha de Vinhais, a apresentação no Centro Cultural, para a Confraria do Porco Bísaro e do Fumeiro de Vinhais sendo apresentado pelo gastrónomo António Monteiro. Ao fim da tarde foi para o público no espaço da Feira da Rural Castanha, pelo Vice-Presidente Roberto Afonso e pelo dirigente associativo vinhaense, Adérito Roxo. 

Segue-se:

- dia 09NOV2013 (sábado), pelas 18H00, estarei na Biblioteca Municipal de V. P. de Aguiar, a convite do Município e integrado na Feira do Cabrito, Cogumelo e Castanhas, onde o livro, «Memórias da Maria Castanha», será apresentado pelo jornalista aguiarense, Agostinho Chaves;

- dia 16NOV2013 (sábado), pelas 18H00, integrado no Magusto anual da Casa da Beira Alta do Porto, rua de Santa Catarina n.º 147, 1.º (222052838) o livro «Memórias da Maria Castanha» vai, também, ser apresentado pelo Professor Antonino Jorge.

O escritor Dr. Pires Cabral no Prefácio que assina, refere que «(Jorge Lage) publicou em obra de livro A Castanha Saberes e Sabores (2001) e Castanea uma dádiva dos deuses (2005, revista em 2006). (…) Sentindo que tinha ainda muito que estudar, investigar e divulgar sobre a castanha, resolveu arredondar aquelas duas obras numa trilogia, acrescentando-lhes estas Memórias da Maria Castanha – Vocabulário, variedades de castanhas, expressões, provérbios, receitas tradicionais e outros saberes etnográficos do castanheiro».

Foi a pensar em guardar no baú da memória imaterial da castanha e do castanheiro, o saber popular construído e solidificado ao longo de séculos e milénios e que a globalização e o ermamento do mundo rural estão a devorar, que abracei este cabo dos trabalhos.

Este livro é um louvor ao «país da castanha» e às suas gentes.

Reuniões

Outras recordações

Congressos. Reuniões. Outras recordações. Anos disto, anos daquilo e mais anos disto e daquilo. Pregões, anúncios, proclamações. Valores e ética e os mesmos de ontem, os do bolso, sempre. Obscurantismo, liberdade, democracia. Liberdade de expressão, pois então! Cultura! Valores da iluminura a ultrapassar barreiras e cores… e os barreiros tão perto.

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«Hifas da Terra»

Rectificação sobre as «Hifas da Terra»

Por vezes, recebemos informação errada via net e não a cruzamos com outra mais sólida. Coube-me dar uma definição errada, que se me tinha entranhado há cerca de uma década. Assim, a propósito das «Hifas da Terra» e das suas diversas propriedades, traduzi do galego para o português, «hifas» igual a «cogumelos», quando o correcto é, «hifas da terra» igual a «micélios dos fungos», isto é, o conjunto das «raízes e radícolas» dos cogumelos, que se associam às raízes de árvore ou arbusto, para, em conjunto, tirarem vantagens na própria alimentação e no combate a outros fungos indesejados e prejudiciais á planta hospedeira.

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