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ArteAzul-Atelier

 

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Exposição "Entre Pontos", de Ana Isabel Freitas

Ana Isabel Freitas, artista plástica, natural de S. Martinho de Anta

Ana Isabel Freitas, artista plástica, natural de S. Martinho de Anta, vai inaugurar a sua mais recente exposição Entre Pontos, no próximo dia 18 de Dezembro pelas 18 horas, no Centro Cultural Regional de Vila Real.
Doutoranda na Université Paris Nanterre, desenvolve atualmente um projeto sobre os Grupos Folclóricos Portugueses em França. Continua no entanto a participar regularmente em projetos dedicados às artes plásticas, ao cinema, à música e ao teatro, dentro e fora de Portugal, desde a sua Licenciatura em Artes Plásticas pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, em 2013.
Esta exposição é o resultado dos seus últimos dois anos de trabalho, numa Residência Artística na Casa de Portugal - André de Gouveia, na Cité Internationale Universitaire de Paris e resulta de uma reflexão sobre a paisagem, a memória, os percursos e as relações afetivas que criamos com os diversos lugares que habitamos, seja toda a nossa vida ou por apenas umas horas. As obras exploram também interações entre tecidos, costura, bordado e pintura a óleo.
A exposição vai estar aberta ao público, com a presença de Ana Isabel Freitas, entre os dias 19 e 22 de dezembro, sendo uma boa oportunidade para se conhecer o trabalho de uma artista da nossa região e, quem sabe, encontrar uma prenda de Natal única!

Restaurante Bar LBV 79

Restaurante Bar, no Pinhão

Não, não estamos em qualquer cruzeiro descendo o rio Douro. À primeira vista a fotografia parece demonstrar isso mesmo, mas, de facto, não. Trata-se da esplanada terraço do Restaurante Bar LBV 79, no Pinhão - coração do Douro -, localidade ladeada pelo rio Douro e foz do rio Pinhão.

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Dão e Lafões

DOC Dão - DOC Lafões - Vinho Regional Terras do Dão

Castas principais:

Brancas – Encruzado

Tintas – Touriga Nacional, Alfrocheiro, Tinta Roriz, Jaen

Terras do Dão

O Vinho Regional Terras do Dão abrange as regiões montanhosas da DOC Dão e DOC Lafões, para além de uma área ao norte do Dão e a leste de Lafões. Terras de Lafões é uma sub-região oficial de Terras do Dão. Em teoria, um VR de Lafões poderia ser rotulado como Terras do Dão – Terras de Lafões

DOC Dão

A coisa mais especial sobre os vinhos do Dão, seja tinto ou branco, é o delicado equilíbrio de todos os seus constituintes – acidez, álcool, concentração de sabor – tudo isso ajuda à elegância. A região pode ter sido criada com a produção de vinho em mente – não se poderia desejar melhores condições. Rodeada pelas cadeias de montanhas do Caramulo, Buçaco, Nave e Estrela, a região do Dão é totalmente protegida: dos ventos frios, nuvens de chuva de Verão do Atlântico e até das tempestades continentais. Dentro das suas paredes montanhosas, o Dão está cheio de contrastes: mais quente no oeste, mais frio no norte e leste, colinas suaves, vales profundos, florestas e encostas; Invernos húmidos e frios e Verões que são geralmente soalheiros, quentes e secos. No entanto, no final do Verão, os dias tornam-se rapidamente mais frescos, permitindo assim um longo e lento amadurecimento e o desenvolvimento de sabores complexos.

As vinhas ficam no alto das colinas, a cerca de 400 a 500m, e por vezes até a 800m, em xisto decomposto ou granito. As vinhas devem ser cuidadosamente plantadas, a nível da sua localização, para terem uma melhor exposição solar de modo a garantir um amadurecimento perfeito. Isto dá aos vinhos do Dão, um equilíbrio inato de uma adorável e equilibrada acidez, fragrância maravilhosa, carácter e intensidade.

Dantes, muitos vinhos do Dão perderam grande parte de seu carácter frutado e elegante, devido ao excessivo envelhecimento em barricas velhas. Com menor envelhecimento nas barricas de carvalho novas de hoje em dia, ou até mesmo com vinhos sem madeira, a qualidade natural pode brilhar. Os melhores vinhos tintos tendem a ser compostos, pelo menos na sua metade, pela variedade estrela Touriga Nacional, talvez misturada com Alfrocheiro ou Tinta Roriz e possivelmente com algumas outras variedades locais.

Nem todos os vinhos do Dão são tintos. Há brancos cada vez melhores (especialmente da casta Encruzado), mas apenas nas vinhas altas ao redor de Tondela os brancos ultrapassam os tintos. Também há excelentes rosés do Dão, e vinhos espumantes.

A maioria das vinhas têm estado na posse da mesma família há várias gerações. Mais de 30 000 viticultores, alguns com parcelas muito pequenas, produzem cerca de metade das uvas DOC. As cooperativas são muito importantes nesta região, empregando hoje em dia tecnologia moderna. Mas o ressurgimento da qualidade foi liderado por produtores individuais, tanto grande quanto pequenos.

Informação “Academia Vinhos de Portugal” Wines of Portugal

Pão de Rala

Pastelaria Pão de Rala de Évora com quadro de honra

No fim de Agosto dei uma escapadela ao Alentejo profundo e aproveitei para visitar a minha amiga Ercília Azambujo na sua famosa Pastelaria Conventual Pão de Rala. Não adianta disfarçar, porque me descobre logo. Para ela sou o «Senhor do Norte» e tem como suporte a sua imensa generosidade. Desta vez, vi-me no seu quadro de honra, onde aparecem as fotos de três muito ilustres empresários alentejanos: Henrique Granadeiro, Azinhais Nabeiro e José Roquete. Só eu da ruralidade pareço destoar nas importâncias sociais. Pelo meio, falámos com clientes suas e ficámos a saber que Évora tem trinta e oito igrejas e conventos e que os doces conventuais reflectem esse passado (e presente) de grande centro religioso.

A sua pastelaria abriu as portas em 1998, depois de ter recuperado um casarão decrépito, decorando-a a seu gosto com belos azulejos fruto do bom gosto e da pesquisa sobre azulejaria do arquivo municipal eborense. O Convento do Calvário terá sido o berço do pão de rala e o Convento do paraíso foi outra das casas-mãe dos melhores doces conventuais eborenses. Costumo dizer aos meus amigos que quem vai a Évora e passa pela Pastelaria Pão de Rala vem de lá mais enriquecido e mais doce se provar o melhor pão de rala ou outros doces conventuais.

Senhor Jesus da Capelinha

Santuário do Senhor Jesus da Capelinha

O Santuário do Senhor Jesus da Capelinha encontra-se no ponto mais alto de Vilar de Maçada, sede de freguesia com o mesmo nome que se situa na margem esquerda do rio Pinhão. Vilar de Maçada pertence ao concelho duriense de Alijó, distrito de Vila Real.

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