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ArteAzul-Atelier

 

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Regiões * arquivo de notícias regionais

Obras ArteAzul-Atelier e fotos da Região do Douro e outras

Uma coleção de imagens de algumas obras ArteAzul-Atelier está inserida no Google Photos, estruturada por capítulos, correspondendo cada capítulo a uma das técnicas das artes decorativas e pintura realizadas no ArteAzul-Atelier.

Nuno Nozelos
Admirável o seu talento a sua humanidade e simplicidade

Torre Dona Chama, Mirandela e Trás-os-Montes e Alto Douro mais pobres com a partida do nosso querido escritor, Nuno Nozelos, ao início da tarde de 18JUL2017. Nuno Nozelos nasceu na Fradizela, mas a sua meninice e ao longo da vida foi na Torre Dona Chama a que sempre se prendeu e onde o pai tinha uma pequena indústria.
Recentemente elaborei uma nota curricular do Nuno Nozelos, para o introduzir na grande «Antologia de Autores Trasmontanos, Alto Durienses e Beira Trasmontana», que a Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro de Lisboa vai editar em Setembro de 2017, e coordenada pelo Doutor Armando Palavras.

Santuário de Nossa Senhora da Saúde,

em Saudel, freguesia de S. Lourenço, concelho de Sabrosa
O Santuário de Nossa Senhora da Saúde situa-se numa pequena localidade da freguesia de S. Lourenço de Ribapinhão - Saudel -, dentro da parte norte do concelho de Sabrosa, distrito de Vila Real.
Segundo os crentes, Nossa Senhora terá aparecido junto ao lugar onde mais tarde foi erigida a capela com o nome de Capela de Nossa Senhora da Saúde. Todos os anos, em Agosto, nos dias 7, 8 e 9, é realizada uma romaria em honra de Nossa Senhora da Saúde aonde acorrem numerosos forasteiros vindos das diferentes partes de Portugal e também de alguns países onde comunidades de emigrantes permanecem, não deixando, pelo menos nessa altura do ano, de prestar culto a Nossa Senhora.

Pintura e Artes Decorativas: Exposição na Universidade Sénior de Vila Real

Sob orientação da professora Amélia Raio, realizou-se na Universidade Sénior de Vila Real, na sala de exposições do Centro Cultural Regional de Vila Real, às 14:30 horas do dia 20 de junho de 2017, a inauguração da exposição de pintura e artes decorativas de obras realizadas durante o ano letivo 2016/2017 pelas alunas e alunos daquela instituição, permanecendo patente até ao final deste mês.

Visita breve mas deveras significativa e empolgante

Mariano Rajoy, presidente do governo de Espanha e o primeiro-ministro português António Costa reuniram-se este ano em Vila Real, Portugal, no âmbito da Cimeira Ibérica que costuma realizar-se todos os anos, alternadamente nos dois países.

Transmontanos, Rentes de Carvalho e Eurico Carrapatoso, galardoados com prémios nacionais

Rentes de Carvalho é um dos grandes escritores com raízes transmontanas. Pelo menos, é o escritor de raízes trasmontanas com maior nome a nível internacional, passando parte do tempo na sua terra natal, Estevais – Mogadouro e outro tanto em Roterdão – Holanda.

Nevadas no distrito de Vila Real

Este frio em início de primavera preocupa os agricultores, pois, nos dias anteriores, o florescimento precoce de algumas plantas e árvores de fruto é assim abruptamente interrompido por este frio de neve que se precipitou praticamente por toda a região transmontana.

Região do Douro

Vinho do Porto e paisagem cultural

A paisagem do Douro - região vinhateira do Alto Douro - é uma criação humana concebida pela força das mulheres e dos homens durienses que, durante séculos, moldaram esses montes que circundam o vale do rio Douro. Inúmeros terraços e muros de xisto foram desenhados, construídos sem máquinas com instrumentos rudimentares manuseados pela energia dos braços de sucessivas gerações de famílias que no Douro sempre permaneceram.

Este trabalho de transformação da paisagem duriense e o seu resultado foram, como é do conhecimento geral, os motivos que determinaram para o Alto Douro a classificação de Património da Humanidade pela UNESCO.

O Alto Douro é uma região de características únicas, tendo sido o seu valor reconhecido por aquela organização internacional, contribuindo assim para o desenvolvimento e a implementação de dinâmicas capazes de fazer crescer a região vinhateira do Alto Douro em dois vetores importantes: o vinho e o turismo. Num caso e noutro, sinergias têm surgido nos últimos anos, potenciadoras de crescimento económico. Os vinhos de mesa e não apenas o Vinho do Porto têm-se espalhado por um número cada vez maior de países que dão valor à qualidade e à diversidade. Ao contrário do que acontecia em tempos recuados, hoje, os vinhos, satisfazem os gostos mais variados e exigentes. O próprio Vinho do Porto é produzido atualmente segundo formas diversas: branco, tinto, novo, velho, envelhecido em madeira ou permanecendo em garrafas. Por outro lado, o Douro encontra-se mencionado nos roteiros turísticos internacionais de melhores referências.

Pode afirmar-se seguramente que a região do Alto Douro, através dos seus vinhos e do turismo, é um produto chave de exportação contribuindo largamente para a economia nacional.

Penedono - atividades económicas

Agricultura: atividade principal

O setor agrícola domina uma boa parte da atividade económica do município de Penedono, embora as indústrias da madeira e dos mármores tenham vindo a conquistar um peso crescente na economia local.

O microclima existente condiciona e explica a heterogeneidade não só das suas espécies vegetais como também da fauna.

Em Penedono há vastas zonas de castanheiros, vinhas, oliveiras e amendoeiras, razão pela qual a paisagem de Penedono ostenta as cores variadas dos vinhedos na primavera, no verão e no outono, a brancura das flores das amendoeiras no inverno, o loiro das searas no estio e os matizes verdes das florestas.

Recolha efetuada de folheto informativo do Município de Penedono e da Beira Douro

O largo do sr. Albertim (II)

O largo onde a vida de S. Lourenço se concentrava

Capítulo II
Expressamos, em primeiro lugar, neste segundo artigo acerca do largo onde a vida de S. Lourenço se concentrava, a satisfação do autor em verificar as reações dos laurentinos inseridas no Facebook, a propósito do largo do sr. Albertim, demonstrando interesse e gosto com palavras sugestivas. Por entre os vários comentários, alguém reparou que faltava uma palavra sobre o sr. Albertim. Deste modo, tomamos a liberdade de transcrevê-la com um agradecimento pessoal. Cito, assim, Manuela Silva:
Falta uma palavra sobre o Senhor Albertim ... Quando, no primeiro dia de férias lá chegava, havia sempre um sorriso rasgado e uns rebuçadinhos. Os rebuçadinhos adoçavam a boca e o sorriso, a alma... Ler mais...

Vale do Tua

Danos irreversíveis no vale do Tua

A paisagem agreste e de fragaredos está-me na retina da infância. Para quem, até aos 11 anos não tinha outro horizonte além da aldeia e pouco mais, aquela paisagem selvagem e um rio entalado e contorcido entre as fragas abria-me os olhos para outras realidades, quando viajava na terceira-classe de bancos de madeira do comboio.

Dos meus condiscípulos só o António Serrano, filho de um escrivão judicial de Murça, viajava em segunda-classe, em bancos de napa, mal cheirosa. Eu achava aquilo uma estragação de dinheiro e a privação da companhia dos amigos. E recebia o rótulo de «copinho de leite».

Essa paisagem de saudade no «camboio do Tua» acabou e com ela morre a obra-prima da engenharia ferroviária lusa oitocentista. Sinto as palavras do «Pinóquio» a dizer ao Presidente da EDP que o Tua precisava de betão. A luta tem sido desigual e de muitas falsas promessas, mas desde filmes, concentrações, manifestações e participações, até para a UNESCO, têm tentado travar o dinheiro viciado.

Com o avanço da barragem vamos ficar mais pobres no campo cultural e turístico e os ganhos energéticos nunca cobrirão os da potencialidade turística da ferrovia. Estivesse o comboio do Tua a deslizar pelos centenários carris e as revistas de turismo mundial já o tinham badalado, como uma forte alavanca do Douro vinhateiro. Com este embalse, o clima propício ao licoroso sol engarrafado duriense, vai perder brilho, finura e espírito.

Até o famoso surfista, Garrett McNamara, das ondas gigantes da Nazaré aderiu à causa, liderada pela «Plataforma Salvar o Tua». Artistas solidários lavraram documentários, vídeos e canções em letra e música d’"Um dos sítios mais lindos que vi"... Mas, as rádios e os meios de comunicação engajados ao capital desavergonhado e selvagem ignoram esta criação musical e o grito das fragas e da memória de uma região abandonada.