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ArteAzul-Atelier

 

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Regiões * arquivo de notícias regionais

Convívio Mirandelense na Casa Regional de Trasmontanos e Alto-Durienses no Porto

A ideia foi do Artur Ferreira (Praia). Estava marcada a apresentação do meu livro, «Mirandela Outros Falares» dia 11 de Novembro último e o Artur nunca mais me largou: - Já falta pouco tempo tens que divulgar! Vai ser interessante revermos ex-colegas e amigos que não nos vemos há mais de 50 anos! Há amigos, como o Artur ou o Jorge Golias, se não puder satisfazer o que me pedem é quase como uma ofensa aos anjos e santos. Por isso, consegui um cartaz electrónico para o evento cultural/convívio e tratei com a presidência da Casa Regional de promover um «Almoço Regional» irmanado com a apresentação do livro «Mirandela Outros Falares». O resto da mobilização foi em cadeia, sendo os elos mais fortes: Artur Ferreira, Celestino Reis, Lurdes Seramota e Celeste Pires (dos Vilares da Torre).

Nuno Nozelos homenageado em Antologia

O Grémio Literário Vila-Realense, que tem tido ao longo dos seus anos de existência a chancela pessoal do ilustre escritor chacinense, é a instituição cultural mais atenta à nossa região, prestigiando Vila Real e a região, pelas iniciativas culturais que desenvolve e pelo cunho de qualidade e rigor com que as promove. A provar as minhas palavras vai estar o facto de ter em marcha uma homenagem ao ilustre escritor mirandelense, nascido na Fradizela e radicado na infância e juventude na vila da Torre que tanto amava e onde acabou por falecer a 18 de Julho de 2016, vitimado pela doença.

Exposição de Presépios, em Vila Real

Como vem sendo habitual, nesta altura festiva do Natal, a cidade de Vila Real, na região de Trás-os-Montes e Alto Douro, em Portugal, fica admiravelmente maravilhosa, vestindo-se de presépios e luz!

Ana Isabel Freitas, artista plástica, natural de S. Martinho de Anta

Ana Isabel Freitas, artista plástica, natural de S. Martinho de Anta, vai inaugurar a sua mais recente exposição Entre Pontos, no próximo dia 18 de Dezembro pelas 18 horas, no Centro Cultural Regional de Vila Real.
Doutoranda na Université Paris Nanterre, desenvolve atualmente um projeto sobre os Grupos Folclóricos Portugueses em França. Continua no entanto a participar regularmente em projetos dedicados às artes plásticas, ao cinema, à música e ao teatro, dentro e fora de Portugal, desde a sua Licenciatura em Artes Plásticas pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, em 2013.

O ArteAzul-Atelier – evolução

Em alguns artigos publicados neste sítio da internet, tivemos já oportunidade de descrever com pormenor o ArteAzul-Atelier, nomeadamente sobre o seu início e projeto, que tem vindo a desenvolver-se desde finais de 2001.
Tendo sido a pintura tradicional em azulejos um dos capítulos de iniciação das atividades do ArteAzul-Atelier, servindo a azulejaria de mote para a sua designação, variadíssimas áreas das artes decorativas e também a pintura se foram acrescentando à ideia inicial. Entendeu-se como elemento relevante, para além da execução artesanal e a realização de obra artística, a divulgação dos trabalhos e obras realizadas, com algumas exposições, mas principalmente através da internet.

Obras ArteAzul-Atelier e fotos da Região do Douro e outras

Uma coleção de imagens de algumas obras ArteAzul-Atelier está inserida no Google Photos, estruturada por capítulos, correspondendo cada capítulo a uma das técnicas das artes decorativas e pintura realizadas no ArteAzul-Atelier.

Nuno Nozelos
Admirável o seu talento a sua humanidade e simplicidade

Torre Dona Chama, Mirandela e Trás-os-Montes e Alto Douro mais pobres com a partida do nosso querido escritor, Nuno Nozelos, ao início da tarde de 18JUL2017. Nuno Nozelos nasceu na Fradizela, mas a sua meninice e ao longo da vida foi na Torre Dona Chama a que sempre se prendeu e onde o pai tinha uma pequena indústria.
Recentemente elaborei uma nota curricular do Nuno Nozelos, para o introduzir na grande «Antologia de Autores Trasmontanos, Alto Durienses e Beira Trasmontana», que a Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro de Lisboa vai editar em Setembro de 2017, e coordenada pelo Doutor Armando Palavras.

António Fortuna

António Joaquim Lopes Fortuna

António Joaquim Lopes Fortuna nasceu em Luanda em 1958, vindo para Trás-os-Montes com dois anos de idade. Licenciado em Ensino de Física e Química pela Universidade do Minho, é professor na Escola Secundária/3 Camilo Castelo Branco, em Vila Real, e foi professor convidado na Escola Superior de Enfermagem de Vila Real durante 15 anos, leccionando a disciplina de Biofísica.

Participou em "Histórias Tiradas da Gaveta",  nº 8 da Colecção Tellus, e no "Pequeno Cancioneiro de Natal", edições da Câmara Municipal de Vila Real.

Participou, ainda, com contos e poesia no Boletim Cultural da Escola Secundária/3 Camilo Castelo Branco, do qual é elemento da Direcção. É colaborador do jornal "À Procura" da Escola Secundária Camilo Castelo Branco, e foi durante oito anos, colaborador do jornal "Notícias de Vila Real", onde,  nas suas crónicas inclui alguma da sua poesia.

Colabora, actualmente, com artigos de opinião, no jornal "Semanário Transmontano".

Em 2000, obteve o 1º prémio no Concurso Literário "Um Conto de Natal", promovido pelo jornal "Notícias de Vila Real".

Publicou, na Editora Tartaruga, em 2005, Da Rua dos Poetas (poesia), em 2006, O Senhor da Terra Quente (contos), em 2007, A Chave do Degredo (sonetos) e, em 2010, Frescos da Memória (contos).

Colaborou como membro do júri do Concurso de Contos de Natal promovido pelo Grémio Literário Vilarealense, nos anos de 2007 e 2008.

Em 2009, colaborou com o conto "Manel Zé, caçador de pássaros", na Antologia "Páginas de caça na Literatura de Trás-os-Montes, (selecção de textos e organização de A. M. Pires Cabral), Edição da Câmara Municipal de Macedo de Cavaleiros e da Âncora Editora.

in Sonata ao Douro - Prémio Nacional de Poesia 2010 Fernão de Magalhães Gonçalves

 

Lenda da Nossa Senhora das Candeias

Paredes, freguesia de S. Lourenço, concelho de Sabrosa

Numa bela noite, 2 de fevereiro, ia um caminheiro com os seus dois cavalos carregados, que ficaram atolados naquele histórico atoleiro.

Era homem de boas ideias. Pediu à Senhora das Candeias, foi ouvido e Nossa Senhora apareceu com uma candeia na mão; alumiou-o e seus cavalos desenterrou, acompanhando-o à povoação (Paredes).

- Está visto que o homem tinha bom coração; diz o contador desta história - Delfim da Silva Monteiro - natural e residente naquele lugar.

Era uma noite rigorosa com muita chuva e neve que apanhou desprevenido o almocreve. Nossa Senhora a esse homem disse que nada dissesse, mas ele não pôde resistir ao que viu. Foi um Milagre! 

Cheio de alegria no seu coração, logo transmitiu e espalhou pela povoação.

Toda a gente correu para as fragas daquele lugar, hoje conhecidas por Fragas de Nossa Senhora das Candeias, lindo lugar, digno de se visitar!

- Desde esse tempo, a Senhora das Candeias das Paredes foi sempre a Padroeira que, nas longas noites de inverno, ilumina a nossa lareira; diz sorridente e crente o Delfim!

Apareceu em Paredes a Senhora Milagrosa, no concelho de Sabrosa, lugar por muitos visitado, sem medo. Ainda de longe, lá se vê Nossa Senhora no meio do penedo!

Tudo isto é verdadeiro e, no mesmo lugar, existe agora um cruzeiro.

- Também lá se encontra a argola onde a Senhora prendia o burrinho! Tudo isto eu conto com muito carinho.

Antigamente havia mais fé na "Senhorinha" e existia lá uma capelinha. As gentes iam rezar e a banda de música tocar.

Esta e outras histórias e lendas, rimadas, eram, ainda há poucos anos, contadas e cantadas em tom dramático ao som de bandolim, nas feiras e romarias, como em Saudel, um pouco abaixo do lugar da Senhora das Candeias, na romaria de Nossa Senhora da Saúde que se realiza desde tempos imemoriáveis, todos os anos, nos dias 7, 8 e 9 de agosto.

Baião

Por Terras de Eça de Queirós ou Baião tão perto e a rimar com Marão

Foi com alguma expectativa que no dia 3 de Junho me desloquei a Baião, um município de montanha recortado pelos meandros do Marão. Afinal, fui a Baião e apenas vi o que os meus olhos permitiram e alguns me ajudaram. O meu objectivo era recolher memória imaterial e etnográfica sobre a castanha e o castanheiro. Para isso tive ajuda de técnicos do município e que com prazer me forneceram os dados que pedi.

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Alheira Mirandela IGP

Alheira Mirandela IGP de qualidade ou gourmet

Como pouco fumeiro ao longo do ano. Este ano talvez tenha comido duas ou três alheiras. A minha mulher decidiu comprar duas «Alheiras Mirandela IGP», «Selecção Continente» que tinha como informação adicional «A mais típica alheira, com um aroma ligeiramente fumado e um sabor marcado pelo alho utilizado na cozedura das suas carnes».
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