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ArteAzul-Atelier

 

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Revisitei Dublin

Revisitei Dublin, voltei ao Stephen’s Green, também ao Trinity College. Desta vez visitei Oscar Wilde e, de todas as suas frases escritas num mural, retive “Who, being loved, is poor?”. Esperei em vão por Samuel Beckett, mas encontrei James Joyce.

Glendalong (Glen-da-loh) - Entre dois lagos a sul de Dublin, lugar procurado no século VI depois de Cristo por St. Kevin, eremita contemplativo, que arrastou consigo outros eremitas a este local inspirador de um qualquer texto que bem poderia começar assim: “Era uma vez um vale entre dois lagos onde eremitas contemplativos buscavam a solidão.“ Ainda hoje aí é possível um retiro na paz do vale que a natureza nos oferece.

Dingle - Na costa recortada do sudoeste, lugar terapêutico e repousante, alheias e indiferentes mergulham em grupo ou tresmalhadas na suavidade do verde enviesado das montanhas e se deleitam no sabor tenro e fresco que a brisa do mar lhe confere. Não foi preciso que me desenhassem uma ovelha.

Despedi-me de Dublin.

Falcão-Peregrino numa história de Sonho

Lições de vida e de sonhos

Ideias postas em prática no melhor momento tornam-se lições de vida e de sonhos. A história conta-se em poucas palavras. Vamos ter o II Encontro Regional de Clubes da Floresta do Noroeste, dia 8 de Maio próximo (sexta-feira), no Bom Jesus e Sameiro com Clubes da Floresta das Escolas do Porto, Viana e Braga.

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Livro de João de Deus Rodrigues

Burros? Sim, mas só de NOME!

João de Deus Rodrigues escreve sobre os seus amigos-animais

Em boa verdade, eu podia dizer que nasci cercado de burros. Ou, melhor dizendo, próximo de estábulos onde pariram burras, paredes-meias com a casa dos meus pais, onde nasci, numa aldeia transmontana.

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Professor

Ao longo de toda uma vida devo ter sido quase tanto tempo professor como militar, isto é, pouco tempo. E curioso, embora me tenha reformado (do emprego, não do trabalho) como assessor da Educação fui sempre referenciado como professor. Ainda hoje as minhas/meus colaboradoras/es me tratam por professor. - Professor, mando-lhe isto! - Professor, preciso de… Outros tratam-me por Engenheiro, que não sou. Digo-lhes algumas vezes que não sou Engenheiro e depois desisto. É curioso ver como as pessoas nos tratam por aquilo que vêem em nós e não pelo que somos. Por mais explicações que lhes demos o que fica é o que elas vêem. Por isso, apetece-me lembrar o poeta árabe que lembrava ao príncipe que ia visitar Granada. - Vais a Granada, mas lembra-te que não verás Granada, mas apenas o que os teus olhos de deixam ver! Quantas vezes a ambição e a inveja impedem as pessoas de verem que são apenas o que são e não o que pensam que são. Seremos sempre para a sociedade o que ela vê em nós. Se pensarmos mais nos outros que em nós próprios, mesmo quando escrevemos, podemos estar num bom caminho.

Professor e Escritor Ernesto Rodrigues

O Professor e Escritor Ernesto Rodrigues foi homenageado na sua «Terra Natal», a Torre Dona Chama

Bragança é a capital do nosso distrito e está sempre atenta a tudo o que são valores humanos de outros municípios para os atrair para a sua zona cultural de influência. Também o distinto académico e ilustre escritor Ernesto Rodrigues tem sido solicitado para Bragança. Mas, o que pode acontecer com tanta gente ilustre a ser puxada para Bragança, alguns serão mais depressa esquecidos que na terra natal.

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