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Bolos Económicos ou de Azeite

Bolos Económicos ou de Azeite

Por diversas vezes, fizemos já referência aos bolos económicos. Jorge Lage, por exemplo, em artigo editado em 6 de abril de 2010, descreve a receita gastronómica dos bolos económicos, cedida por Maria Gentil Vaz, de Mós – Moncorvo.
Decidimos descrever sucintamente a nossa própria experiência de confeção dos saborosos bolos, cujo resultado nos agradou, não podendo, contudo, ser avaliado a não ser o seu aspeto visual mostrado na foto que colhemos um ou dois minutos após saírem do forno.
Num recipiente, quatro ovos misturaram-se com cem gramas de açúcar e mexeu-se muito bem com colher de pau. Aliás, prescindiu-se propositadamente da utilização de varinha mágica. Acrescentou-se uma pequena chávena de leite à temperatura ambiente e, logo de seguida, meia chávena de azeite. Um pouco mais de meio quilograma de farinha começa, nesta altura, a acrescentar-se, aos poucos, mexendo-se sempre com o mesmo processo – com colher de pau. Alguma esforço físico é necessário à medida que a massa começa a espessar. Entretanto, acrescentou-se também um cálice de aguardente.
Encontrando-se a mistura muito bem ligada e o forno a 250 graus centígrados, barra-se o interior do tabuleiro de ir ao forno com um pouco de manteiga ou, em sua substituição, azeite, polvilhando-se por cima com farinha, onde se dividirá a mistura em porções, com o auxílio de uma colher de sopa.
Sobre cada uma das porções, deixa-se cair um pouquinho de açúcar e canela. Colocado o tabuleiro no forno à temperatura constante indicada acima, dez a quinze minutos são suficientes para concluir a confeção.
Note-se que a quantidade de açúcar que se utilizou é bastante reduzida em relação à farinha. Para quem prefere pouca doçura, entendemos adequadas estas proporções.

Má língua contra Sócrates

Má língua contra Sócrates tem limites

Quando José Sócrates apresentou o livro: Confiança no Mundo – sobre a Tortura em Democracia, fruto da sua frequência, em Paris, no Instituto de Estudos Políticos parisiense (“Science Po”), declarou que se tratava de um trabalho académico, com vista a obter o mestrado. Nessa altura declarou ao Jornal Expresso que tinha escrito esse livro em Francês e que logo o traduziu para português científico, como se exigira de uma tese académica.

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Sabores do Azeite Novo 2017

XII Festival de Sabores do Azeite Novo 2017

Maria Castanha - Outras Memórias

Entre os dias 14 e 29 de janeiro de 2017, vai ocorrer em Mirandela o XII Festival de Sabores do Azeite Novo.

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O Clima no Douro

O Clima no Douro e o Vinho do Porto

A região do Alto Douro possui um clima muito especial com características próximas do Mediterrâneo. Isto deve-se essencialmente à cadeia montanhosa do Marão que bloqueia a influência dos ventos marítimos do oceano Atlântico. De facto, é principalmente o clima que determina a divisão do Alto Douro em três sub-regiões: o Baixo Corgo, com temperaturas mais baixas; o Cima Corgo, com temperaturas equilibradas e o Douro Superior com temperaturas extremas. Toda a região do Alto Douro possui ao longo do ano, em média, uma humidade relativamente baixa, sendo, no entanto, a sub-região do Douro Superior onde a humidade tem níveis ainda mais reduzidos, dando origem a vinhos muito intensos.

O clima, o vale com o rio Douro e os pequenos vales dos afluentes, as encostas onde estão plantadas as vinhas com uma exposição solar ideal e o solo permeável formado à base de xisto são fatores que contribuem para uma região com características ótimas para a cultura do vinho.

O xisto existe em grandes quantidades nas vinhas do Alto Douro. Estas pedras facilmente quebráveis fazem com que o solo  se mantenha pouco denso e com grande permeabilidade às águas das chuvas que são pouco abundantes. Assim, toda a humidade é absorvida para pontos profundos aonde as raízes das videiras vão “beber” apenas as quantidades necessárias. Deste modo, fortes raízes tornam os terrenos inclinados resistentes, apesar da sua baixa densidade.

O xisto tem a particular propriedade de absorver com facilidade o calor do sol, funcionando como uma bateria. Depois do sol posto, mesmo nas noites mais frescas, as pedras de xisto irradiam para as videiras e para as uvas o calor absorvido durante o dia, permitindo assim à vinha desenvolver-se a uma temperatura mais ou menos constante.

A fraca humidade e as boas temperaturas originam uma boa maturação das uvas e um ótimo grau de açúcar para a excelência de qualidade do Vinho do Porto.

A fotografia acima (1997) mostra uma vista a partir da Senhora da Ribeira, concelho de Carrazeda de Ansiães, para a Quinta do Vesúvio, pertencente a D. Antónia Adelaide Ferreira - a Ferreirinha -, como ainda hoje é conhecida. Esta famosa empresária duriense dedicou grande parte da sua vida à produção de vinho no Douro, possuindo várias Quintas. À Quinta do Vesúvio, a Ferreirinha dedicava-lhe um especial carinho e vigiava-a de perto.

S. Martinho

Pelo S. Martinho

Pelo S. Martinho, faz-se o magustinho, mata-se o porquinho e põe-se de mal com o vizinho (recolha do Lar S. João de Deus da SCM de Mogadouro).

O apanhar de castanhas é enquanto elas caem.

De pouco vale a porta que abre com várias chaves.