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Butelo de Vinhais (IGP)

Fumeiro de Vinhais: produtos com Indicação Geográfica Protegida

O Fumeiro de Vinhais tem atualmente todos os seus produtos com Protecção Comunitária IGP (Indicação Geográfica Protegida), um reconhecimento das qualidades específicas e tão apreciadas dos enchidos de Vinhais. Esta proteção permite ao consumidor adquirir no mercado estes produtos certificados, com a garantia de genuinidade e qualidade.
A carne de porco raça bísara Transmontano DOP é também um produto nacional com Denominação de Origem Protegida pela União Europeia, desde 15 de dezembro de 2007.
O porco bísaro é uma raça autóctone criada com uma alimentação à base de produtos naturais, onde se destaca a castanha, que permite a obtenção de uma carne de excelente qualidade, suculenta e saborosa.
A qualidade da matéria prima, o saber tradicional de longas gerações e o clima rigoroso da região, distinguem o Fumeiro de Vinhais.

Butelo de Vinhais (IGP)

Enchido fumado, obtido a partir de carne, gordura, ossos e cartilagens, provenientes das partes da costela e coluna vertebral de porco de raça bísara, ou cruzamento desta raça, cheios em estômago (bucho), bexiga ou tripa do intestino grosso do porco (palaio). As carnes com os ossos e as cartilagens são devidamente condimentadas com sal, alho, colorau, louro, água e vinho branco ou tinto da região. Deve consumir-se cozido.

Informação recolhida do folheto de divulgação da Feira do Fumeiro de Vinhais

Má língua contra Sócrates

Má língua contra Sócrates tem limites

Quando José Sócrates apresentou o livro: Confiança no Mundo – sobre a Tortura em Democracia, fruto da sua frequência, em Paris, no Instituto de Estudos Políticos parisiense (“Science Po”), declarou que se tratava de um trabalho académico, com vista a obter o mestrado. Nessa altura declarou ao Jornal Expresso que tinha escrito esse livro em Francês e que logo o traduziu para português científico, como se exigira de uma tese académica.

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Sabores do Azeite Novo 2017

XII Festival de Sabores do Azeite Novo 2017

Maria Castanha - Outras Memórias

Entre os dias 14 e 29 de janeiro de 2017, vai ocorrer em Mirandela o XII Festival de Sabores do Azeite Novo.

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O Clima no Douro

O Clima no Douro e o Vinho do Porto

A região do Alto Douro possui um clima muito especial com características próximas do Mediterrâneo. Isto deve-se essencialmente à cadeia montanhosa do Marão que bloqueia a influência dos ventos marítimos do oceano Atlântico. De facto, é principalmente o clima que determina a divisão do Alto Douro em três sub-regiões: o Baixo Corgo, com temperaturas mais baixas; o Cima Corgo, com temperaturas equilibradas e o Douro Superior com temperaturas extremas. Toda a região do Alto Douro possui ao longo do ano, em média, uma humidade relativamente baixa, sendo, no entanto, a sub-região do Douro Superior onde a humidade tem níveis ainda mais reduzidos, dando origem a vinhos muito intensos.

O clima, o vale com o rio Douro e os pequenos vales dos afluentes, as encostas onde estão plantadas as vinhas com uma exposição solar ideal e o solo permeável formado à base de xisto são fatores que contribuem para uma região com características ótimas para a cultura do vinho.

O xisto existe em grandes quantidades nas vinhas do Alto Douro. Estas pedras facilmente quebráveis fazem com que o solo  se mantenha pouco denso e com grande permeabilidade às águas das chuvas que são pouco abundantes. Assim, toda a humidade é absorvida para pontos profundos aonde as raízes das videiras vão “beber” apenas as quantidades necessárias. Deste modo, fortes raízes tornam os terrenos inclinados resistentes, apesar da sua baixa densidade.

O xisto tem a particular propriedade de absorver com facilidade o calor do sol, funcionando como uma bateria. Depois do sol posto, mesmo nas noites mais frescas, as pedras de xisto irradiam para as videiras e para as uvas o calor absorvido durante o dia, permitindo assim à vinha desenvolver-se a uma temperatura mais ou menos constante.

A fraca humidade e as boas temperaturas originam uma boa maturação das uvas e um ótimo grau de açúcar para a excelência de qualidade do Vinho do Porto.

A fotografia acima (1997) mostra uma vista a partir da Senhora da Ribeira, concelho de Carrazeda de Ansiães, para a Quinta do Vesúvio, pertencente a D. Antónia Adelaide Ferreira - a Ferreirinha -, como ainda hoje é conhecida. Esta famosa empresária duriense dedicou grande parte da sua vida à produção de vinho no Douro, possuindo várias Quintas. À Quinta do Vesúvio, a Ferreirinha dedicava-lhe um especial carinho e vigiava-a de perto.

S. Martinho

Pelo S. Martinho

Pelo S. Martinho, faz-se o magustinho, mata-se o porquinho e põe-se de mal com o vizinho (recolha do Lar S. João de Deus da SCM de Mogadouro).

O apanhar de castanhas é enquanto elas caem.

De pouco vale a porta que abre com várias chaves.