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Feira gastronómica do porco, em Boticas

Costuma ser no início de janeiro, em Boticas, a primeira feira gastronómica do porco e também a primeira das mais conhecidas em Trás-os-Montes. Este ano realizou-se nos dias 12, 13 e 14 de janeiro, no Pavilhão Multiusos.
Desde 1998 que a vila de Boticas é local de visita obrigatória, em que a agricultura local e os produtos tradicionais são valorizados e divulgados nesta mostra gastronómica, sendo a carne de porco e seus derivados “Reis da Festa”.

Feira Gastronómica do Porco, em Boticas, 2018Feira Gastronómica do Porco, em Boticas, 2018

O sucesso da Feira Gastronómica do Porco tem vindo a crescer desde o seu início, há vinte anos, tornando-se num dos melhores e mais importantes certames de promoção e divulgação do mundo rural barrosão. Todos os anos, a iniciativa deve-se à Câmara Municipal de Boticas, em conjunto com a empresa intermunicipal Empreendimentos Hidroelétricos do Alto Tâmega e Barroso.
Tal como nos últimos anos, a feira costuma apresentar mais de três dezenas de stands de exposição e venda de produtos alimentares e artesanato e conta com a participação de meia centena de produtores de fumeiro e enchidos.
A Feira Gastronómica do Porco é um dos pontos mais altos da economia local, especialmente para os produtores de fumeiro tradicional que veem neste evento a oportunidade certa para mostrar e escoar os seus produtos de excelente qualidade.

Informação recolhida de prospeto da Câmara Municipal de Boticas

Má língua contra Sócrates

Má língua contra Sócrates tem limites

Quando José Sócrates apresentou o livro: Confiança no Mundo – sobre a Tortura em Democracia, fruto da sua frequência, em Paris, no Instituto de Estudos Políticos parisiense (“Science Po”), declarou que se tratava de um trabalho académico, com vista a obter o mestrado. Nessa altura declarou ao Jornal Expresso que tinha escrito esse livro em Francês e que logo o traduziu para português científico, como se exigira de uma tese académica.

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Sabores do Azeite Novo 2017

XII Festival de Sabores do Azeite Novo 2017

Maria Castanha - Outras Memórias

Entre os dias 14 e 29 de janeiro de 2017, vai ocorrer em Mirandela o XII Festival de Sabores do Azeite Novo.

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O Clima no Douro

O Clima no Douro e o Vinho do Porto

A região do Alto Douro possui um clima muito especial com características próximas do Mediterrâneo. Isto deve-se essencialmente à cadeia montanhosa do Marão que bloqueia a influência dos ventos marítimos do oceano Atlântico. De facto, é principalmente o clima que determina a divisão do Alto Douro em três sub-regiões: o Baixo Corgo, com temperaturas mais baixas; o Cima Corgo, com temperaturas equilibradas e o Douro Superior com temperaturas extremas. Toda a região do Alto Douro possui ao longo do ano, em média, uma humidade relativamente baixa, sendo, no entanto, a sub-região do Douro Superior onde a humidade tem níveis ainda mais reduzidos, dando origem a vinhos muito intensos.

O clima, o vale com o rio Douro e os pequenos vales dos afluentes, as encostas onde estão plantadas as vinhas com uma exposição solar ideal e o solo permeável formado à base de xisto são fatores que contribuem para uma região com características ótimas para a cultura do vinho.

O xisto existe em grandes quantidades nas vinhas do Alto Douro. Estas pedras facilmente quebráveis fazem com que o solo  se mantenha pouco denso e com grande permeabilidade às águas das chuvas que são pouco abundantes. Assim, toda a humidade é absorvida para pontos profundos aonde as raízes das videiras vão “beber” apenas as quantidades necessárias. Deste modo, fortes raízes tornam os terrenos inclinados resistentes, apesar da sua baixa densidade.

O xisto tem a particular propriedade de absorver com facilidade o calor do sol, funcionando como uma bateria. Depois do sol posto, mesmo nas noites mais frescas, as pedras de xisto irradiam para as videiras e para as uvas o calor absorvido durante o dia, permitindo assim à vinha desenvolver-se a uma temperatura mais ou menos constante.

A fraca humidade e as boas temperaturas originam uma boa maturação das uvas e um ótimo grau de açúcar para a excelência de qualidade do Vinho do Porto.

A fotografia acima (1997) mostra uma vista a partir da Senhora da Ribeira, concelho de Carrazeda de Ansiães, para a Quinta do Vesúvio, pertencente a D. Antónia Adelaide Ferreira - a Ferreirinha -, como ainda hoje é conhecida. Esta famosa empresária duriense dedicou grande parte da sua vida à produção de vinho no Douro, possuindo várias Quintas. À Quinta do Vesúvio, a Ferreirinha dedicava-lhe um especial carinho e vigiava-a de perto.

S. Martinho

Pelo S. Martinho

Pelo S. Martinho, faz-se o magustinho, mata-se o porquinho e põe-se de mal com o vizinho (recolha do Lar S. João de Deus da SCM de Mogadouro).

O apanhar de castanhas é enquanto elas caem.

De pouco vale a porta que abre com várias chaves.