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ArteAzul-Atelier

 

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“Ervilhada” com chouriço e entremeada salgada

“Ervilhada” com chouriço e entremeada salgada

Dos mais simples que possam imaginar-se, os ingredientes são, no entanto, diversificados: ervilhas, cenouras de tamanho reduzido, chouriço, entremeada salgada, pimento vermelho, cebola, alhos, azeite, colorau, ervas aromáticas e um acrescento mínimo de água.
Dentro de um tacho ou panela de barro, de preferência de Bisalhães, coloque-se um pouco de azeite e comece a aquecer-se. Depois, um a um, adicionem-se os ingredientes devidamente espaçados, de acordo com as sensibilidades culinárias de cada um(a): cebola partida aos bocadinhos, iniciando-se o processo de estrugido ou refogado e, passado algum tempo, dentes de alho inteiros. “Estalada” a cebola e o alho, adicionem-se agora as ervilhas e cenouras. Com alguma demora, o sabor e aroma do alho em azeite quente devem impregnar-se nas ervilhas e cenouras.
De seguida, em pedaços pequenos, junte-se o chouriço e a carne entremeada. Algum tempo deve dar-se para este novo processo de impregnação de sabores e, logo a seguir, o pimento cortado aos pedaços deve juntar-se também, mexendo tudo de vez em quando e acrescentando um pouquinho de água.
O colorau e as ervas aromáticas, conforme o gosto, são os ingredientes que completarão esta receita culinária que, sem qualquer pretensiosismo, serve apenas de ideia inspiradora para a eventualidade de um prato mais elaborado.
Deve apurar-se a “ervilhada” que pode servir como prato único ou para acompanhar uma refeição mais substancial, como por exemplo um assado de cabrito com batatas.

Dezembro frio

calor no estio

Dezembro frio, calor no estio.

Madeira de castanho aguenta o vinho muito ano.

O casamento e a mortalha no céu se talha.

Economia, Política e Jogo

Ludoteoria

No jogo há duas forças em confronto, implicando a vitória de uma a derrota da outra. Segundo a teoria dos jogos em economia chama-se a um jogo deste resultado jogo de soma zero ou de soma nula, uma vez que as perdas igualam os ganhos respectivamente de quem é derrotado e de quem triunfa. O jogo será de soma não nula no caso de não se igualarem as perdas e os ganhos, o que acontece num jogo popular ou desportivo quando se verifica o empate. Todavia o jogo de soma não nula de n participantes pode converter-se num de n+1 fazendo participar um jogador fictício a que os economistas chamam natureza, destinado a repor o equilíbrio, estrategicamente.

A aplicação das estratégias económicas à actividade lúdica popular e desportiva ou à política não tem sido adoptada numérica e simbolicamente, porque a sua linguagem é outra. Mas pode aproveitar-se tanto quanto possível. No jogo político também há duas forças que se opõem, a esquerda e a direita, com as respectivas pontas a tenderem agudizar-se, consoante as variáveis. O centro e com ele a soma nula não existem. Após um jogo (campanha eleitoral e sufrágio), o empate não faz sentido e o jogo tem de repetir-se, já que um governo de coligação constitui sempre um equilíbrio instável que socialmente repugna à natureza humana.

Em política o centro é a ilusão do que não existe, reduzindo-se a um ponto de contacto equivalente no plano da natureza ao de duas placas tectónicas: se uma entra em movimento a estabilidade termina e as consequências, que podem ser catastróficas é inevitável. Nenhum governo tem o seu mandato seguro em jogo de soma não nula; a este é inerente ordenar-se para a vitória/derrota e o empate tem de ser remediado de qualquer forma, num prolongamento que seja, como nas eliminatórias, o que já não acontece num campeonato em que cada contendor é obrigado a defrontar todos os outros. Jogo empatado é incompleto. Se, por exemplo, dois contendores marcarem dois pontos cada um, as diferenças entre eles não existem no plano da competição, portanto não podem somar-se. Para que tal aconteça é que os economistas recorrem ao n+1, sendo 1 um factor de diferenciação pontual.

O estudo da ludoteoria, como se vê neste apontamento, é importantíssimo para conseguirmos perceber bem as entidades – áreas de acção – cujo desenvolvimento depende de forças em confronto.

Humberto Cerqueira

Um presidente à medida

Sempre admirei aqueles que seja qual for a sua ideologia política ou religiosa se distingam como cidadãos sociáveis e fraternais. Não conheço pessoalmente o Prof. Humberto Cerqueira, mas tenho por ele especial consideração dado o modo como as suas qualidades humanas ressaem no desempenho da presidência da Câmara Municipal de Mondim de Basto.

Vejo nele um presidente atento aos problemas do concelho, e se não capaz de dar satisfação a muitos que gostaria de dar, mas lhes faltam meios para o fazer, sabe entretanto dar apoio e participar com simpatia nas iniciativas sociais, festivas e tradicionais das gentes do seu município. Era o tipo de presidente que faltava, e que foi preciso vir do exterior do concelho para transformar a face carrancuda que nos vinha dos distantes tempos castrejos….

Louvo a sua acção dinamizadora sobretudo no que respeita à área cultural e social, onde a sua presença se faz notar, dando aos actos e cerimónias a merecida dignidade representativa que dantes não era vulgar. A sua opção partidária não impede que sirva e trate por igual aqueles que no concelho têm opções opostas, e não contribuíram para a sua eleição. O verdadeiro politico é assim que deve proceder e a Democracia determina.

Do seu labor autárquico até ao momento desenvolvido, nem todo do meu agrado – por exemplo ser a favor da barragem de Fridão, e eu contra -, destaco o renascimento da Banda Filarmónica Mondinense, que deu o seu concerto de estreia em Setembro e nesta quadra natalícia tem concertos marcados para percorrer as principais aldeias do concelho.

No dia 7 de Dezembro em que Grupo Coral da Sra da Graça esteve em festa, e teve a presença do Grupo Coral de Sátão, a Banda Filarmónica Mondinense actuou como que em preparação para o início da ronda que vai fazer pelas freguesias com os concertos de Natal. Vilar de Ferreiros, é já no próximo dia 18.

Nesse dia 07 foi servido no Salão de Vilarinho, um lauto almoço de Natal com o qual encerrou, nesse dia, o convívio-festa do Grupo Coral de Nossa Senhora da Graça, sediado na simpática aldeia de Vilar de Ferreiros.

Em tardes de Março

Março é tempo de rebentos e o fruto é uma metáfora

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