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ArteAzul-Atelier

 

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Boas comidas e os pratos regionais que se confecionam por aí

Novidade ou Novidades

“Novidade” ou melhor ainda “Novidades” são palavras que têm um significado muito importante para quem, com trabalho árduo, vê o resultado desse labor levado a cabo durante dias e dias, semana a semana com todos os cuidados que dizem respeito à faina agrícola, permitindo agora colherem-se as novidades, tantas e tão saborosas. Algumas delas vão servir diretamente as pessoas, agricultores e seus familiares, amigos, mesmo os das cidades, sabedores da qualidade dos produtos naturais das aldeias, das suas aldeias, com os sabores genuínos que não encontram nas grandes superfícies comerciais durante o inverno que se aproxima.

Bôlas calcadas ou bôlas sovadas

É curioso como um produto tão peculiar dos concelhos de Mirandela e Valpaços apresenta diferenças na sua forma como na confecção. A bôla calcada da cidade de Mirandela e aldeias mais próximas leva na sua confecção: farinha centêa, água, azeite e uma pitada de sal. A Bôla calcada da zona de Mirandela tem o formato arredondado e afalachado, com ligeiros cortes na face superior para melhor se poder partir com a mão sem recurso a faca. A sua confecção, grosso modo, assenta no pão ázimo dos hebreus e que estes, por sua vez, herdaram dos sumérios e caldeus e dos primitivos egípcios, sendo os cristãos coptas um ramo.

Alheira Mirandela IGP de qualidade ou gourmet

Como pouco fumeiro ao longo do ano. Este ano talvez tenha comido duas ou três alheiras. A minha mulher decidiu comprar duas «Alheiras Mirandela IGP», «Selecção Continente» que tinha como informação adicional «A mais típica alheira, com um aroma ligeiramente fumado e um sabor marcado pelo alho utilizado na cozedura das suas carnes».

Os nossos emigrantes de volta mais uma vez 

Durante muitas décadas foi vê-los chegar para umas curtas férias com os bolsos cheios de dinheiro e a melhor forma de o ostentarem era (e é) nas grandes máquinas e nas compras que faziam nos supermercados. Varriam, literalmente, com tudo o que era bom e apetecível das prateleiras dos supermercados. Nas aldeias alardeavam-se as grandes compras e o que mais fizesse era o maior. As festas anuais eram de arromba, com muita música e fogo-de-artifício.

Queijos de leite cru e pasteurizados

Roquefort
O visionamento de um programa televisivo francês com legendagem em português, em 24-08-2017, no Canal 2 da RTP, sobre algumas marcas de queijos franceses, sugeriu este artigo, com destaque para o queijo "Roquefort". De facto, o texto que se segue é tão simplesmente a transcrição de parte desse programa, com alguns acrescentos, e que resolvemos inserir na rubrica "Gastronomia".
"A França é conhecida também como a grande produtora da maior variedade de queijos – mais de 1000!
Existem queijos feitos com leite cru e queijos feitos com leite pasteurizado. Um dos queijos mais célebres em França é o Roquefort, sendo os mais preferidos o queijo "Emmental" e o "Camembert".

Boas cerejas para um bom licor

Do latim liquore, "líquido"

Licor é uma bebida açucarada sem ter sido sujeita ao processo de fermentação, cuja base é a aguardente. Algumas vezes, a simplicidade supera a sofisticação e as formas demasiado elaboradas como se constroem as coisas ou, neste caso, se confecionam os licores; algumas vezes, nem sempre.

Por terras de Montemuro, no Festival das Painças, de Tendais

Tendais é uma grande freguesia, composta por 15 aldeias ao longo do vale e rio Bestança e fica na nave poente da Serra de Montemuro, no concelho de Cinfães e junto à estrada que conduz de Cinfães a Castro Daire. Desta terra, graças à amizade do José Carlos, Presidente da Junta de Freguesia, e do Antonino, um académico a viver no Porto, quando ali me desloco a convite, sinto-me como em casa. Em 25 de Fevereiro fui ao «I Festival das Painças e Papas de Milhos» (a 25 e 26). Importa desde já referir que as «Painças», ficaram do nome do milho-miúdo ou painço que era utilizado na alimentação e para as aves, antes de milho graúdo ou milhão se vulgarizar no país, com a descoberta do Brasil.

Marçagão

Março marçagão

Março marçagão, de manhã inverno e de tarde verão.

Ainda o Spectrum

Spectrum - cores, gráficos e jogos

Segundo artigos da década em que apareceu o ZX Spectrum - 1982 -, este pequeno computador de dimensões sensivelmente iguais a 23cmx14cmx3cm vinha equipado com "poderosos" comandos gráficos, podendo assim o utilizador melhorar os seus programas através de instruções simples de usar, capazes de produzirem uma vasta gama de efeitos. Deste modo, existiam na máquina oito cores, contando o preto e o branco, numeradas entre zero e sete. Comandos como "PAPER" e "INK" eram usados, respetivamente, para dar cor ao fundo do écrã de visualização e à impressão dos carateres. Quando se ligava o Spectrum, o fundo e a margem surgiam automaticamente a branco e os carateres inseridos a preto.

Recorde-se que o monitor utilizado e associado ao Spectrum era o aparelho de televisão e a gravação dos programas era efetuada em cassetes audio. Nestas eram também guardados os jogos disponíveis no mercado como por exemplo o "Manic Miner", hoje incluído no grupo dos chamados jogos de plataforma e o "Superchess", jogo de xadrez - um e outro com diferentes níveis de dificuldade.

Caldo

Caldo sem pão

Caldo sem pão, só no inferno o dão.

Cada um é que sabe onde o calçado aperta.

Pelo S. Mateus, deixa os pássaros que não são teus.

Regos tortos dão palhas direitas.

Se queres o velho menino, por cima do doce dá-lhe vinho.

Vinhos e sua evolução

Novas tecnologias no fabrico dos vinhos

Nos últimos anos, os vinhos e a sua qualidade evoluíram muito com o aparecimento de novas tecnologias para o seu fabrico e a aquisição de novos conhecimentos no que diz respeito a boas práticas na produção das uvas, assim como a boa escolha das respectivas castas e utilização de produtos químicos devidamente controlada.

Antigamente não eram, em geral, adicionados químicos ao vinho. Este tinha pouco tempo de duração e, normalmente, teria de ser consumido obrigatoriamente nos doze meses a seguir à sua fabricação, dependendo muito do seu teor alcoólico. Em princípio, quanto mais álcool tivesse o vinho maior era o tempo da sua duração.

Os produtos químicos são utilizados, hoje em dia, com moderação, de acordo com regras de qualidade resultante de um trabalho teórico e experimental levado a cabo nos tempos modernos pelos enólogos. A Enologia - ciência que estuda tudo o que está relacionado com a produção e conservação de vinho -, tem sido levada muito a sério não só por pequenos agricultores mas muito especialmente pelos grandes produtores de vinho e empresas exportadoras, como se verifica hoje na região do Douro.

Usam-se os químicos com a finalidade de estabilizar os vinhos, impossibilitando que se estraguem. O anidrido sulfuroso é o produto mais utilizado. Há duas ou três dezenas de anos e, talvez ainda hoje, alguns agricultores de reduzidas colheitas usavam-no servindo-se de uma mecha de enxofre que se queimava dentro das pipas.