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ArteAzul-Atelier

 

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Autores e colaboradores NetBila

Título Data Acessos
Natal do Pandegueiro e do Gaiteiro 26 dezembro 2015 732
Longevidade: Plantas e Animais 26 dezembro 2015 590
Quem quer colmeias 26 dezembro 2015 460
Boas-Festas 23 dezembro 2015 647
Não gosto do Pai Natal... 15 dezembro 2015 614
Mágicas Madalenas de Vigo 14 dezembro 2015 793
I Festival das Serranias 13 dezembro 2015 703
Apresentação de livro sobre Chaves 13 dezembro 2015 549
Pelo Natal 13 dezembro 2015 464
Barragens a Norte 13 dezembro 2015 640
Natal 10 dezembro 2015 705
Terrorismo jihadista 05 dezembro 2015 649
O último Coronel de Abril 26 novembro 2015 815
Mais vale uma palavra 26 novembro 2015 407
Enchidos e enlatados 26 novembro 2015 820
O Pacto das Catacumbas 16 novembro 2015 607
Revista Raízes de Novembro 15 novembro 2015 612
Alarme em Barcelona 11 novembro 2015 629
Ordem de Ourique 11 novembro 2015 858
Em nome da ganância 09 novembro 2015 585
A Capela de Valfreixo 07 novembro 2015 864
Pampilhosa da Serra 06 novembro 2015 753
Verão de S. Martinho 05 novembro 2015 510
Chaves - Percursos de Históricas Memórias 05 novembro 2015 622
A Luísa de Chaves 05 novembro 2015 663
Castanha 04 novembro 2015 1009
Artes e Ofícios 04 novembro 2015 877
Ditos em versos 03 novembro 2015 522
Sobre o acordo ortográfico 02 novembro 2015 589
Calvão da Silva 31 outubro 2015 1174

Bolo de Maio ou Bolo do Tacho

Ingredientes (para 6 pessoas):

 

500 g farinha milho;

80 g cacau;

40 g manteiga;

4 colheres sopa de café solúvel;

14 colheres sopa de açúcar;

2 colheres sopa de canela em pó;

5 colheres sopa de azeite;

uma pitada de sal e 1 litro de água a ferver.

 

Confecção:

 

Misturar muito bem todos os ingredientes e depois juntar a água a ferver e misturar para que fique uma mistura homogénea. Deixar “descansar” de um dia para o outro. 

No dia seguinte, untar uma forma redonda (sem buraco) com manteiga. Mexer a mistura do dia anterior e colocar na forma já untada. Vai ao forno a 170 graus durante cerca de uma hora.

 

Receita recolhida por Susana Estevam - Brasil e fornecida pela sua avó, natural de Monchique in «As Maias entre mitos e crenças» a publicar por nós brevemente.

As Alminhas

Vilar de Ferreiros, Mondim

No centro de Vilar de Ferreiros, sede de uma freguesia portuguesa do mesmo nome, o viandante atento pode ver e apreciar ao vivo esta expressiva imagem que envolve a afidalgada casa dos Leites e umas Alminhas patentes no tosco muro de um cancho, paralelo à estrada que atravessa a aldeia. Como as habitações, também as Alminhas fazem parte do nosso património urbano, mais ainda se tivermos em conta o que delas o Prof. Fernando Roque nos faz saber: ”As Alminhas são pequenos monumentos religiosos e são um dos vestígios mais importantes da arte popular portuguesa. Não se tem qualquer certeza acerca da sua origem, mas sabe-se que a crença em deuses protectores dos caminhos e encruzilhadas é muito antiga. Como sabemos, antigamente, as viagens eram muito perigosas e os viajantes procuravam a ajuda dos deuses para os livrar dos perigos que tinham que enfrentar”. Eu acrescento: ontem, como hoje, continua a ser perigoso viajar pelas ruas e caminhos do nosso país. É o  nosso fado! 

Mas voltamos às Alminhas para dizer que sendo as de Vilar uma construção da década de 60, que teve no padre Correia Guedes o seu impulsionador, não têm por isso nada a ver  com as suas similares de Campos e da Cainha, que tais como o Cruzeiro de Campos, a Cruz das Almas e a Cruz da Cavada, em Vilar, ou a Cruz de Rila, em  Vilarinho, são de remota proveniência nesta freguesia do concelho de Mondim  de Basto.

Dispostas “à beira dos caminhos, nas bermas das estradas, nas encruzilhadas, na frontaria das casas ou dos pátios, encontram-se por todo o país e são a expressão mais original da arte popular portuguesa”. Daí o dever que a todos assiste de zelar pela sua preservação como património cultural importante que é, pois faz parte de um passado, onde se vão fixar as raízes da nossa Identidade Cultural. As muitas Alminhas que abandonadas perderam as grades de protecção, ou nunca as tiveram, são destruídas por pessoas ignorantes e maldosas e como quem detém o poder parece que desconhece o seu valor cultural, permite que tal aconteça. Dessa feita muitas delas perderam já os seus retábulos ou painéis alusivos às almas do Purgatório e só lhes restam os oratórios. Que nesta matéria Vilar de Ferreiros saiba contrariar a onda de indiferença e desrespeito por estes monumentos e assim a caridade pelos mortos e o fascínio dos caminhos e encruzilhadas continuem a merecer das pessoas uma atitude que em termos sentimentais e etnográficos constitua uma mais valia para o todo do nosso património urbano.

NetBila

O jornal NetBila

O NetBila surge em 2006 na sequência da criação do ArteAzul-Atelier, com sede em Vila Real, em novembro de 2001. Aquele portal de informação tem vindo a fazer parte integrante do projeto ArteAzul-Atelier. Desde o seu início, o Atelier tem dedicado a sua atividade à formação e execução de trabalhos de Artes Decorativas Artesanais e Pintura, ao mesmo tempo trabalhando na divulgação regional, principalmente a que respeita a Trás-os-Montes e Alto Douro.

Com um grupo de colaboradores, o NetBila tem inserido nas suas páginas, desde janeiro de 2006, notícias, imagens, opiniões e outros artigos, contribuindo para uma melhor informação e para a divulgação da cultura regional transmontana e duriense.

Encontros, apresentações, exposições, património, literatura, poesia, arte, artesanato, gastronomia, saúde e ditos populares são alguns dos temas a que o NetBila tem prestado atenção ao longo dos últimos anos. Dando continuidade à publicação destes assuntos, este website mantém como propósito inserir novos temas, alargando assim o leque de conteúdos.

Tentar-se-á cumprir objetivos com verdade e rigor. Nos nossos horizontes persiste a ideia de chegar às comunidades portuguesas espalhadas pelo mundo inteiro. Pretende-se que a partir daí nos cheguem as notícias dos nossos compatriotas emigrantes. Para isso, basta aos interessados contactarem este jornal online.

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Outubro

Outubro suão

Outubro suão, negaças no Verão.

Arreganha-te, castanha, que amanhã é o teu dia.

Vale mais pão duro que vinho maduro.