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ArteAzul-Atelier

 

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Autores e colaboradores NetBila

Título Data Acessos
Maria Castanha – Outras Memórias 28 outubro 2016 582
Restaurante Bar LBV 79 26 outubro 2016 684
Parque do Corgo 25 outubro 2016 676
Pousada da Juventude para Mirandela? 22 outubro 2016 490
Dia Europeu sem Carros 21 outubro 2016 447
Oleiro de Bisalhães 14 outubro 2016 667
Feiras do Livro Municipais 10 outubro 2016 420
Restaurante Mercantil 02 outubro 2016 630
Livraria Traga-Mundos 26 setembro 2016 654
Artigo 2000 26 setembro 2016 527
Armamar 24 setembro 2016 712
Fotografias do Douro 14 setembro 2016 573
Salvar o Tua 12 setembro 2016 570
Porto: Jorge Lage na Feira do Livro 09 setembro 2016 417
A indústria dos incêndios 31 agosto 2016 460
Jorge Golias e «A Descolonização da Guiné-Bissau» 31 agosto 2016 427
VI Encontro de Escritores Transmontanos 20 agosto 2016 552
Mirandelenses da Diáspora 12 agosto 2016 595
Exposição "Para a Minha Terra Natal" 11 agosto 2016 600
Separadora do Volfrâmio 25 julho 2016 893
Multas de Trânsito 19 julho 2016 479
Cláudio Carneiro 18 julho 2016 540
Pau da Barca 17 julho 2016 473
Frango e Favas 09 julho 2016 689
Maria Exposta 07 julho 2016 522
Ciclovia do Alto da Portela 07 julho 2016 555
Mostra Cultural Transmontana 05 julho 2016 451
Exposição " Pour Ma Terre Natale " 30 junho 2016 529
Olhar Vila Real 25 junho 2016 616
Universidade Sénior de Vila Real 17 junho 2016 691

Bolo de Maio ou Bolo do Tacho

Ingredientes (para 6 pessoas):

 

500 g farinha milho;

80 g cacau;

40 g manteiga;

4 colheres sopa de café solúvel;

14 colheres sopa de açúcar;

2 colheres sopa de canela em pó;

5 colheres sopa de azeite;

uma pitada de sal e 1 litro de água a ferver.

 

Confecção:

 

Misturar muito bem todos os ingredientes e depois juntar a água a ferver e misturar para que fique uma mistura homogénea. Deixar “descansar” de um dia para o outro. 

No dia seguinte, untar uma forma redonda (sem buraco) com manteiga. Mexer a mistura do dia anterior e colocar na forma já untada. Vai ao forno a 170 graus durante cerca de uma hora.

 

Receita recolhida por Susana Estevam - Brasil e fornecida pela sua avó, natural de Monchique in «As Maias entre mitos e crenças» a publicar por nós brevemente.

As Alminhas

Vilar de Ferreiros, Mondim

No centro de Vilar de Ferreiros, sede de uma freguesia portuguesa do mesmo nome, o viandante atento pode ver e apreciar ao vivo esta expressiva imagem que envolve a afidalgada casa dos Leites e umas Alminhas patentes no tosco muro de um cancho, paralelo à estrada que atravessa a aldeia. Como as habitações, também as Alminhas fazem parte do nosso património urbano, mais ainda se tivermos em conta o que delas o Prof. Fernando Roque nos faz saber: ”As Alminhas são pequenos monumentos religiosos e são um dos vestígios mais importantes da arte popular portuguesa. Não se tem qualquer certeza acerca da sua origem, mas sabe-se que a crença em deuses protectores dos caminhos e encruzilhadas é muito antiga. Como sabemos, antigamente, as viagens eram muito perigosas e os viajantes procuravam a ajuda dos deuses para os livrar dos perigos que tinham que enfrentar”. Eu acrescento: ontem, como hoje, continua a ser perigoso viajar pelas ruas e caminhos do nosso país. É o  nosso fado! 

Mas voltamos às Alminhas para dizer que sendo as de Vilar uma construção da década de 60, que teve no padre Correia Guedes o seu impulsionador, não têm por isso nada a ver  com as suas similares de Campos e da Cainha, que tais como o Cruzeiro de Campos, a Cruz das Almas e a Cruz da Cavada, em Vilar, ou a Cruz de Rila, em  Vilarinho, são de remota proveniência nesta freguesia do concelho de Mondim  de Basto.

Dispostas “à beira dos caminhos, nas bermas das estradas, nas encruzilhadas, na frontaria das casas ou dos pátios, encontram-se por todo o país e são a expressão mais original da arte popular portuguesa”. Daí o dever que a todos assiste de zelar pela sua preservação como património cultural importante que é, pois faz parte de um passado, onde se vão fixar as raízes da nossa Identidade Cultural. As muitas Alminhas que abandonadas perderam as grades de protecção, ou nunca as tiveram, são destruídas por pessoas ignorantes e maldosas e como quem detém o poder parece que desconhece o seu valor cultural, permite que tal aconteça. Dessa feita muitas delas perderam já os seus retábulos ou painéis alusivos às almas do Purgatório e só lhes restam os oratórios. Que nesta matéria Vilar de Ferreiros saiba contrariar a onda de indiferença e desrespeito por estes monumentos e assim a caridade pelos mortos e o fascínio dos caminhos e encruzilhadas continuem a merecer das pessoas uma atitude que em termos sentimentais e etnográficos constitua uma mais valia para o todo do nosso património urbano.

NetBila

O jornal NetBila

O NetBila surge em 2006 na sequência da criação do ArteAzul-Atelier, com sede em Vila Real, em novembro de 2001. Aquele portal de informação tem vindo a fazer parte integrante do projeto ArteAzul-Atelier. Desde o seu início, o Atelier tem dedicado a sua atividade à formação e execução de trabalhos de Artes Decorativas Artesanais e Pintura, ao mesmo tempo trabalhando na divulgação regional, principalmente a que respeita a Trás-os-Montes e Alto Douro.

Com um grupo de colaboradores, o NetBila tem inserido nas suas páginas, desde janeiro de 2006, notícias, imagens, opiniões e outros artigos, contribuindo para uma melhor informação e para a divulgação da cultura regional transmontana e duriense.

Encontros, apresentações, exposições, património, literatura, poesia, arte, artesanato, gastronomia, saúde e ditos populares são alguns dos temas a que o NetBila tem prestado atenção ao longo dos últimos anos. Dando continuidade à publicação destes assuntos, este website mantém como propósito inserir novos temas, alargando assim o leque de conteúdos.

Tentar-se-á cumprir objetivos com verdade e rigor. Nos nossos horizontes persiste a ideia de chegar às comunidades portuguesas espalhadas pelo mundo inteiro. Pretende-se que a partir daí nos cheguem as notícias dos nossos compatriotas emigrantes. Para isso, basta aos interessados contactarem este jornal online.

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Outubro

Outubro suão

Outubro suão, negaças no Verão.

Arreganha-te, castanha, que amanhã é o teu dia.

Vale mais pão duro que vinho maduro.