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ArteAzul-Atelier

 

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Autores e colaboradores NetBila

Título Data Acessos
Monsenhor Eduardo Sarmento 16 novembro 2017 87
Mona Lisa 15 novembro 2017 67
Calças rotas 15 novembro 2017 54
Novembro 15 novembro 2017 52
Aldeia bordada de xisto 14 novembro 2017 57
Carvalhada 12 novembro 2017 115
Informática: formação 09 novembro 2017 74
Pombo Bravo 27 outubro 2017 77
Outubro Quente 27 outubro 2017 31
Certificação biológica e orgânica 26 outubro 2017 78
Espaços Culturais 25 outubro 2017 64
In Memoriam de António Cabral 24 outubro 2017 112
O Mocho 15 outubro 2017 106
A Geometria do Douro 08 outubro 2017 114
Outubro «October» 05 outubro 2017 37
Os Pastores 05 outubro 2017 95
«Mirandela Outros Falares» 30 setembro 2017 117
O largo do sr. Albertim (VII) 27 setembro 2017 154
Novidade 22 setembro 2017 132
O largo do sr. Albertim (VI) 19 setembro 2017 183
Publicidade na Internet (2) 19 setembro 2017 97
Bôlas Calcadas 19 setembro 2017 81
Enquanto a verdade aperta os sapatos 18 setembro 2017 26
Festas da Senhora do Amparo 18 setembro 2017 91
O largo do sr. Albertim (V) 11 setembro 2017 114
O largo do sr. Albertim (IV) 06 setembro 2017 147
Alheira Mirandela IGP 05 setembro 2017 147
Setembro 04 setembro 2017 54
Os Emigrantes 04 setembro 2017 123
O largo do sr. Albertim (III) 01 setembro 2017 164

Mais vale uma palavra

antes que duas depois

Quem emprenha no bilhó faz a segada ele só.

De Todos-os-Santos ao Advento, nem muita chuva, nem muito vento.

Mais vale uma palavra antes que duas depois.

Vila Marim

Vila Marim - freguesia do concelho de Vila Real

Vila Marim é uma das 30 freguesias que constituem o concelho de Vila Real e segundo alguns autores, já antes de em 1289 D. Dinis ter  criado Vila Real de Panóias, se dava em 1139 o nome de “Vila Rial” ao promontório onde nasceu a Vila Real actual e que na altura pertencia à freguesia de Vila Marim. 

Situada na vertente nascente da serra do  Alvão (Marão), Vila Marim é uma freguesia consagrada a São Mamede e com uma  área de 23,21km2, formada pelos seguintes lugares: Agarez, Arnal, Galegos da Serra, Muas, Quintela, Ramadas e Vila Marim(sede). As aldeias de Arnal e Muas estão integradas no Parque Natural do Alvão e são um autêntico santuário do granito de toda a nossa serrania maronesa e que por isso merece ser divulgado e visitado na estrada que liga a cidade de Vila Real à serrana freguesia de Lamas de Olo. 

Passando  por Borbela vamos encontrar no trajecto, já depois da  aldeia de Relva, o sedutor miradouro do “Caos Granítico” das Muas (do lado esquerdo da estrada), onde o elemento geológico dominante é este tipo de rocha; e do qual se desfruta um deslumbrante espectáculo sobre Vila Real e permite admirar ali na forma arredondada dos blocos o poder erosivo dos elementos. E aqui temos mais um dos nossos monumentos naturais a merecer realce na estante do Património Natural e Urbano.

Joaquim Barros Ferreira

Joaquim Barros Ferreira (Constantim, Vila Real, 1940), é um transmontano do Marão e do Douro, filho de lavradores, vivendo da terra. Na família também houve letrados e será um tio padre franciscano, poeta, a figura que o despertará para a poesia.

Em 1963 embarcou para Angola, incorporado na companhia 457, com o fim de intervir na ZIN - Zona de Intervenção Norte onde sofreu um acidente em combate - morrera-lhe a mãe dias atrás - pelo que foi condecorado com a cruz de guerra de 2ª classe.

Licenciou-se em História na Universidade do Porto.

Foi professor do Ensino Secundário em Luanda e Vila Real.

Publicou livros de investigação histórica e poesia sob o pseudónimo de José Magem.

Foi galardoado com o Prémio Nacional de Poesia Fernão de Magalhães Gonçalves.

Informação recolhida no livro "Histórias Transmontanas", de Joaquim Barros Ferreira - Edições Colibri

Praxes

Praxes: aberração que é preciso travar e punir

Maria José Morgado, magistrada do Ministério Público, refere-se deste modo às praxes, em entrevista à SIC, no Primeiro Jornal, hoje, dia 28 de janeiro de 2014:

"Algumas organizações de praxe têm características semelhantes às organizações de índole mafiosa, com práticas de violência impostas sob condição de silêncio.

Nas praxes, desde que a pessoa seja atingida na sua integridade física, na sua vida, na sua dignidade, na sua liberdade, podem acontecer crimes de ofensas corporais, coação, injúrias, sequestro ou, no extremo, crimes de homicídio.

É necessário que as pessoas sejam punidas.

As praxes representam o que há de mais ignóbil na subserviência, no autoritarismo e até numa atitude fascista perante a vida.

As praxes resultam de um vazio ideológico total; de um absurdo de vida total. A praxe é um vazio. Esse vazio deve ser preenchido com ideias, com bons professores, professores que entusiasmem os alunos, que façam ter esperança no futuro e que façam compreender o mundo em que vivem.

A praxe é a estupidificação e a estupidificação é o contrário da Universidade."