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ArteAzul-Atelier

 

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ArteAzul-Atelier Galerias

Galerias
Coleção de imagens de alguns trabalhos

Em formato maior e de melhor resolução, disponibilizam-se neste sítio do ArteAzul-Atelier, na secção GALERIAS, um conjunto de fotos de variados trabalhos concluídos ao longo dos últimos anos, segundo as técnicas que, no Atelier, vão sendo usadas e aprimoradas.

Essas fotografias, uma parte delas recuperadas de ficheiros guardados em suporte informático dos quais se têm publicado apenas imagens de tamanho reduzido, estão agora agrupadas segundo os temas a que o ArteAzul-Atelier tem dado mais atenção:

Pintura e decoração de alguns objetos, como pequenas caixas ou mesmo caixas de maiores dimensões;
Decoração de ovos - os chamados ovos de Páscoa;
Pintura em vidro em que se utilizam pratos, garrafas, frascos e outros;
Transformação visual de móveis com alguma antiguidade aos quais se assegurou maior importância visual através de cores vistosas, servindo não só para decoração de ambientes específicos mas também para outros onde as misturas se usam como forma de valorização;
Pintura a óleo em originais ou através da reprodução nomeadamente de arte sacra de pintores clássicos;
Pintura sobre tecidos e em seda, neste caso utilizando processos inovadores com técnicas diversificadas;
Azulejaria tradicional;
Tapeçaria tecida artística;
Gravura em folha de estanho;
Construção de registos e relicários;
Trabalhos em papel pergamano;
Tricô e croché;
Feltros.

Um gosto pelas coisas antigas que o Atelier valoriza partindo da sua inspiração romântica, transformando com cores que se associam a decorações modernas, mantendo contudo a raiz principal - o Shabby Chic como modo de expressão artística na decoração de interiores.

Também um gosto especial pela procura incessante de perfeição numa melhor realização e finalização de trabalhos artísticos com pormenores de acabamentos que não podem ser descuidados, valorizando-se o tempo despendido numa perspectiva Slow Made.

Colar de Croché

Colar com fio de croché dourado

A tendência atual para a diversidade e busca incessante de novos acessórios para o embelezamento das roupas vai ao encontro do trabalho em croché representado na imagem que, não sendo original na ideia, é, contudo, único no esquema.

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Retrato a Óleo

Estudo das proporções e cores no retrato

No retrato a óleo é importantíssima a interpretação da cor. Muito importante também, antes de começar a execução de um retrato, é resolver o problema da posição e do enquadramento do modelo. A representação do rosto humano pode ser efetuada de vários ângulos: de frente, de perfil, de baixo para cima, etc.

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O Azulejo em Portugal

História breve do azulejo em Portugal

Foram os árabes que introduziram o azulejo em Portugal. As primeiras utilizações conhecidas do azulejo no nosso país, como revestimento monumental das paredes, foram realizadas com azulejos hispano-mouriscos, importados de Sevilha cerca de 1503. Esta cidade espanhola foi um grande centro de produção de azulejos. 

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Azulejo

Sua origem e utilização para revestimento

A origem deste tipo de decoração encontra-se nas tradições artesanais da Mesopotâmia. A sua introdução na Península Ibérica fez-se através do Norte de África, onde atingiu grande importância nas manifestações plásticas. Em Portugal, o azulejo tornou-se numa das mais expressivas artes ornamentais, assumindo grande relevo na arquitectura.

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Escapulário

“Escapulário” nas artes decorativas

Falaremos aqui de escapulários, apenas com o intuito de referir a palavra relacionando-a com objetos decorativos parecidos com o verdadeiro escapulário e que as artes decorativas têm vindo a realizar. Não deixamos, contudo, de fazer pequenas considerações sobre o seu verdadeiro significado.
Consultando o dicionário online Priberam, constatamos uma definição simples, concisa, mas que rapidamente nos induz para uma significação de teor religioso: “tira de pano que certos religiosos trazem, pendente do pescoço, por cima da túnica”. Ler mais...

O desenho na folha de estanho

Transposição do desenho para a folha de estanho

Para projetar uma gravura sobre uma folha  de estanho, é necessário antes de tudo o mais fazer uma escolha criteriosa do desenho e das suas dimensões relativamente à superfície em que vamos trabalhar. Poder-se-á transmitir na obra a executar a originalidade do artista, efetuanto um desenho da sua autoria ou fazendo uma composição através da junção de porções de outros desenhos, ou, então, poderá servir-se de esquemas já fabricados, facilmente encontrados em revistas da especialidade, ou pode ainda ser considerada a hipótese de partir de desenhos vários, por exemplo esquemas apropriados para bordados mas que para este efeito - a gravura sobre folha de estanho - poderão servir muito bem.

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Bolsinha Shabby Chic

Bolsinha vintage "shabby chic"

Escolhidos os tecidos para o exterior e para o interior, idealizou-se um modelo de bolsinha ao estilo Shabby Chic. Deste estilo decorativo, como, aliás, fizemos já menção em outros artigos técnicos relacionados com o tema, tomam parte cores e tonalidades adequadas, como acontece, por exemplo, com a cor rosa suave, tal como mostra a imagem.

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Colagem Artística

A Colagem artística e o uso de materiais não tradicionais

Colagem com volume de Kurt Schwitters

Um dos artistas contemporâneos que mais usaram a técnica da colagem foi o norte-americano Robert Rauschenberg. Este artista foi muito influenciado pelo Expressionismo e pelo Dadaísmo. O Dadaísmo é uma corrente artística, englobando não só pintores e escultores, mas também escritores, poetas e músicos que, durante e após a primeira guerra mundial, influenciou diversos autores para formas de expressão artística que contrariavam tudo o que estava estabelecido até então.

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Papel Pergamano

Um trabalho em papel pergamano

Numa oval desenhada em papel pergamano, com as dimensões 27cm X 19cm, realizou-se no ArteAzul-Atelier um trabalho de minuciosidade, característica da técnica usada - a técnica do pergamano.

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Tecidos para Patchwork

Variedade cromática de tecidos

Atualmente, existe uma enorme variedade de tecidos de algodão apropriados para trabalhos de Artes Decorativas. Pode afirmar-se que a gama de tecidos existentes, com cores, tons, luminosidades e padrões constituem um mundo maravilhoso de composições com inúmeros elementos decorativos que, por si só, fazem já parte da própria arte.

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Casinha em Feltro

Casinha de passarinhos em feltro

A descrição do trabalho que apresentamos na imagem, "Casinha de passarinhos em feltro", confirma pelo menos parte do conteúdo escrito em artigo anterior -, nomeadamente no que se refere à diversidade das cores que podem utilizar-se, numa expressão mais ou menos intensa de coloridos vivos ou de tons pastel, ou ainda a sua mistura, com resultados inovadores de exuberância artística a ressaltarem dos diversos elementos que compõem conjuntos caracterizados especialmente pela suavidade e doçura que transmitem. 

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Bijutaria

Aplicação de diversos materiais na bijutaria

Bijutaria, também designada por Bijuteria, é uma técnica que consiste na execução de pequenas peças que servem para adorno. São inúmeros os materiais que podem ser utilizados para peças de bijutaria: correntes, metais, arames, cerâmica, contas, cristais, fios e fitas, missangas, pérolas, etc. Os suportes para aplicação destes materiais podem ser, do mesmo modo, muito variados.

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O último Coronel de Abril

O último Coronel (de Abril), Eng.º Jorge Golias

Já me referi ao Jorge (Sales) Golias várias vezes e em vários aspectos. Mas, podia recomeçar pela sua grande humildade e estatura moral e cívica. Como seu amigo, sabia que todos os «Capitães de Abril» tinham sido promovidos ao posto de «Coronel» pelos serviços prestados e por alguns, de uma forma ou de outra, acabarem por serem prejudicados nas suas promoções.

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Em Fevereiro

neve e frio

Em Fevereiro neve e frio, é de esperar calor no estio.

Chuva em Dia das Candeias, ano de ribeiras cheias.

Em ano chuvoso, o diligente é preguiçoso.

Sobre o Porto

Algumas curiosidades sobre o Porto

Parque da Cidade:

O Parque da Cidade do Porto é o único parque urbano da Europa com frente marítima.

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Fundações, Observatórios (2)

Numa crónica anterior trouxe aqui algumas das causas da crise que nos assola e que colocou Portugal num dos países da união europeia mais depauperados e dependentes de terceiros.

E o mais vergonhoso drama que afecta os pobres é esta ironia: todos nós conhecemos os autores desse drama. Os seus nomes já foram expostos na praça pública. As televisões, as rádios e os jornais acusaram, na altura própria, os grandes responsáveis por essas fraudes. A justiça, as autoridades policiais, os organismos fiscalizadores do Estado, a opinião pública, conhecem e anseiam ver julgados e responsabilizados, criminalmente, todos os políticos que malbarataram as barras de ouro, os cofres cheios, os caudais de euros, vindos da União europeia. 

Andaram alguns políticos de várias formações, a fazer negociatas sorrateiras que ditaram o estado de falência técnica do Estado. Desde a Expo/98, ao Euro/2004, às Capitais Europeias da Cultura, à compra dos submarinos, aos projectos megalómanos, como o TGV, o aeroporto de Lisboa, as auto-estradas supérfluas, os assaltos a bancos, tanta algazarra política para tanta corrupção que fabricou fortunas para uns quantos, empregou milhares de correlegionários, pagos com  mordomias douradas, mas delapidou as finanças públicas, sem que a Justiça  os tenha incriminado. 

São conhecidas as causas próximas e remotas da nossa decadência. De um país próspero, rico e disciplinado, passámos à classificação de «lixo» europeu. Há muita fome real, mas envergonhada. Os velhos que mereciam morrer acarinhados pelos filhos e pelos netos, passaram a ter eles que alimentar netos e filhos. Perdeu-se a esperança. A juventude vive desorientada. A palavra deixou de valer tanto como uma escritura. A vigarice faz lei. Já ninguém pode acreditar no vizinho...

O actual poder político lembrou-se (e este mérito ninguém lho pode tirar, por mais que barafustem) de investigar o papel das fundações, dos observatórios, dos institutos, das cooperativas e de outros organismos afins. O processo não agradou a muitos que passaram vidas inteiras a viver à custa de mitos, de fraudes e de mentiras. Soube-se que existem 639 fundações, 356 institutos, 343 empresas relacionadas com fundações e 13.740 entidades públicas, em Portugal, a receber dinheiros que ninguém controla. Quem o escreveu foi o economista João Cantiga Esteves, em estudo publicado em 22 de Setembro de 2010. Talvez duas ou três dúzias de cada uma destas 13.740 instituições se justifiquem e mereçam apoios. Mas que a esmagadora maioria exista para venerar ídolos de cera, espantalhos sociais, figuras sinistras que apenas tiveram algum mérito efémero, que somado ao mau que fizeram à sociedade, mereciam ser  submersas no mais profundo dos mares, não tenho dúvidas. Conhecem-se exemplos bem frescos que em tão vasto universo responsável pela crise financeira a que chegámos podem ser apontados para justificar a extinção imediata e sem reservas.

Confesso que eu próprio ignorava a existência de tão elevado número de empresas e instituições a sugar de orçamento geral do Estado. Como é que foi possível esbanjar tantos milhões da nossa desgraça colectiva, em serviços de objectivos duvidosos, é pergunta que não terá resposta. 

Como jornalista, fui arguido, nos anos oitenta, num processo judicial movido pela Universidade do Minho, por alegado abuso de liberdade de imprensa no JN e no Semanário Notícias de Guimarães. Esse processo esteve na origem do pólo universitário de Azurém. Durante cerca de 6 anos fui ameaçado, perseguido, odiado. Só um jornalista do Expresso foi solidário com a minha tese. Vencemos e Guimarães passou a ter metade da UM. Quando o julgamento já estava marcado, os meus advogados souberam que o principal responsável dessa Universidade pública tinha 2 processos em segredo de justiça, no TIC de Braga, nos quais se encontravam as provas de parte dos factos que eu denunciara e pelos quais ia ser julgado. O meu processo, obviamente, foi arquivado sine die.  Aqueloutros nunca mais foram julgados. Tenho comigo esses factos e essas provas. Davam um romance, até pelo número de pessoas do sexo feminino que ingressaram nos quadros da Instituição, pela porta do cavalo. Posteriormente frequentei, entre 1996 e 2008, essa Universidade.

Nunca me deu para saber desse personagem que tanto mal fez a Guimarães. Foi transferido para uma Universidade do sul. Já partiu. Só ao consultar no Sol, a lista das fundações extintas e excluídas de apoios públicos soube que esse personagem dera nome a uma Fundação de direito privado e de utilidade pública, constituída em 13 de Julho de 1998 e reconhecida pela Portaria nº 737/99 inserta no DR, II série de 23/07/1999, p.10758. Se ainda tiver paciência e saúde, talvez volte a matricular-me na UM para aí defender mais uma tese. Nenhum tema mais interessante e talvez nenhum doutorando mais informado para averiguar o que o Tribunal arquivou. Tenho os números dos dois processos. E testemunhos, de vivos e de mortos que poderão dar que falar...