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ArteAzul-Atelier

 

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ArteAzul-Atelier Galerias

Galerias
Coleção de imagens de alguns trabalhos

Em formato maior e de melhor resolução, disponibilizam-se neste sítio do ArteAzul-Atelier, na secção GALERIAS, um conjunto de fotos de variados trabalhos concluídos ao longo dos últimos anos, segundo as técnicas que, no Atelier, vão sendo usadas e aprimoradas.

Essas fotografias, uma parte delas recuperadas de ficheiros guardados em suporte informático dos quais se têm publicado apenas imagens de tamanho reduzido, estão agora agrupadas segundo os temas a que o ArteAzul-Atelier tem dado mais atenção:

Pintura e decoração de alguns objetos, como pequenas caixas ou mesmo caixas de maiores dimensões;
Decoração de ovos - os chamados ovos de Páscoa;
Pintura em vidro em que se utilizam pratos, garrafas, frascos e outros;
Transformação visual de móveis com alguma antiguidade aos quais se assegurou maior importância visual através de cores vistosas, servindo não só para decoração de ambientes específicos mas também para outros onde as misturas se usam como forma de valorização;
Pintura a óleo em originais ou através da reprodução nomeadamente de arte sacra de pintores clássicos;
Pintura sobre tecidos e em seda, neste caso utilizando processos inovadores com técnicas diversificadas;
Azulejaria tradicional;
Tapeçaria tecida artística;
Gravura em folha de estanho;
Construção de registos e relicários;
Trabalhos em papel pergamano;
Tricô e croché;
Feltros.

Um gosto pelas coisas antigas que o Atelier valoriza partindo da sua inspiração romântica, transformando com cores que se associam a decorações modernas, mantendo contudo a raiz principal - o Shabby Chic como modo de expressão artística na decoração de interiores.

Também um gosto especial pela procura incessante de perfeição numa melhor realização e finalização de trabalhos artísticos com pormenores de acabamentos que não podem ser descuidados, valorizando-se o tempo despendido numa perspectiva Slow Made.

Tapeçaria: tecida e bordada

Tapeçaria tecida e tapeçaria bordada

Poderá dizer-se que existem dois grandes grupos de tapeçarias:  a tapeçaria tecida e a tapeçaria bordada. Tivemos já a oportunidade de nos referirmos neste sítio do ArteAzul-Atelier a um exemplar de tapeçaria bordada, ainda por concluir.

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Colagem Artística

A Colagem artística e o uso de materiais não tradicionais

Colagem com volume de Kurt Schwitters

Um dos artistas contemporâneos que mais usaram a técnica da colagem foi o norte-americano Robert Rauschenberg. Este artista foi muito influenciado pelo Expressionismo e pelo Dadaísmo. O Dadaísmo é uma corrente artística, englobando não só pintores e escultores, mas também escritores, poetas e músicos que, durante e após a primeira guerra mundial, influenciou diversos autores para formas de expressão artística que contrariavam tudo o que estava estabelecido até então.

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Jarras de Vidro

Jarra de vidro com fita de chumbo

Depois de limpa a peça de vidro com álcool, sem projeto prévio, elaborou-se diretamente na sua área lateral um desenho executado com fita de chumbo autocolante, moldando com os dedos e com um pequeno instrumento pontiagudo. Normalmente, na compra de uma embalagem de fita, vem junto um desses instrumentos - espátula -, podendo ser manuseada usando as duas extremidades.

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O Azulejo em Portugal

História breve do azulejo em Portugal

Foram os árabes que introduziram o azulejo em Portugal. As primeiras utilizações conhecidas do azulejo no nosso país, como revestimento monumental das paredes, foram realizadas com azulejos hispano-mouriscos, importados de Sevilha cerca de 1503. Esta cidade espanhola foi um grande centro de produção de azulejos. 

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Tecelagem

Tecelagem, tecidos, malhas

A tecelagem é o processo de fabricação dos tecidos, utilizando-se técnicas que, basicamente, consistem no entrelaçamento de fios como os de lã ou seda ou ainda sintéticos, entrecruzando-se por exemplo fios horizontais – a chamada trama – num conjunto de fios verticais – a teia. Ou seja: A teia é a estrutura base que consiste num sistema de fios que serve de suporte à passagem do fio que se vai entrelaçando naquele sistema de fios.

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Casinha em Feltro

Casinha de passarinhos em feltro

A descrição do trabalho que apresentamos na imagem, "Casinha de passarinhos em feltro", confirma pelo menos parte do conteúdo escrito em artigo anterior -, nomeadamente no que se refere à diversidade das cores que podem utilizar-se, numa expressão mais ou menos intensa de coloridos vivos ou de tons pastel, ou ainda a sua mistura, com resultados inovadores de exuberância artística a ressaltarem dos diversos elementos que compõem conjuntos caracterizados especialmente pela suavidade e doçura que transmitem. 

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Espátula e Pincel

Áreas de empaste

A espátula como complemento do pincel

Além do pincel, outros instrumentos podem usar-se na aplicação da tinta a óleo. A espátula é um deles. É formada por um cabo de madeira e uma lâmina de aço flexível.

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Ferro de Passar

Ferro de Passar antigo transformado em acessório decorativo

O ferro de passar ou ferro de engomar é usado para alisar peças de vestuário, tecidos de cama ou de banho, por ação do calor que acumula através da ligação à rede elétrica. Antigamente, no tempo dos nossos pais e avós, o ferro de passar não era ligado à eletricidade. Fazia parte daquele objeto, usado nas nossas casas, um reservatório onde se colocava carvão incandescente. Este transmitia à parte exterior, principalmente à superfície plana inferior que entrava em contacto com os tecidos, o calor necessário para engomar.

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Tapeçaria e Tecelagem

Arte da Tapeçaria

A tapeçaria é, sem dúvida, uma arte. De um modo simples, poderá dizer-se que a tapeçaria é a arte de fabricação de tapetes, servindo estes não apenas para revestir pavimentos, como os das nossas casas, escritórios, lugares públicos, mas também as paredes desses mesmos lugares com fins de embelezamento, proporcionando ambientes com qualidade distintiva, artisticamente belos, agradáveis e de conforto, sendo parte importantíssima na arquitetura dos espaços.

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Restaurante da Maria

Um salto de razia em gordura

Já referi que em Salto se come bem e só o aroma da carne de vitela barrosã faz quase meio prato e a paisagem quase natural termina o que falta a essa metade. Depois, tem que se ter em conta a confecção e o serviço. Há pouco, por me deslocar à Câmara de Boticas, onde fui bem recebido, decidi ir almoçar ao «Borda d’Água» ou Restaurante da Maria, em Salto.

Chego cedo e com os dois salões quase vazios. Foi-me imposto o salão. Depois, quis sentar-me num local com melhor vista exterior e obrigaram-me a sentar numa mesa junto a uma porta de passagem. Os pratos do dia não me agradaram e pedi meia posta barrosã. Mas, pedi-a só com alho por cima sem qualquer tempero e com batatas cozidas. Serviram-me a meia posta engordurada, sem alho e com batata frita às rodelas, ensopadas em banha de porco, cebola queimada e pedacinhos de carne gorda ou entremeada. Pedi um copo de vinho e queriam trazer uma caneca, que rejeitei e optei por uma garrafa de água. Sem sobremesa, paguei 13 €. Fiquei com a sensação que por ter muitos comensais não estava para atender os gostos e vontade dos clientes.

Tive a sensação que o «Borda d’Água» da Maria é uma razia de gordura que eu por gosto e saúde não posso aceitar. Ao menos a menina que servia era despachada e simpática.

Peso da Régua

Cais da Régua

Dos concelhos que compõem a região do Alto Douro, na margem direita do rio, talvez seja o da Régua que mostra maior conformidade com as características de uma região vinhateira. É, certamente, o concelho da Régua aquele que maior densidade de vinhedos possui na região dos vinhos do Douro. Além da cultura da vinha, este concelho é possuidor de outras culturas complementares como a oliveira, a laranjeira e outras árvores de fruto.

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A Cruz do Jugal

Modo de situar quem passe por ali

A Cruz do Jugal é nome antigo e muito conhecido no concelho de Mondim, e também no de Ribeira de Pena, pois o local em si faz fronteira com ambas as autarquias ao repartir-se pelas freguesias de Bilhó (Mondim) e Limões (R. de Pena). A fama vem-lhe de no lugar haver desde tempos remotos (as Inquirições Afonsinas já a referem) uma cruz como distintivo seu, e modo de situar quem passe por ali.

Em visita que há uns anos atrás fiz ao local calhei tecer ao tosco megálito, que os proprietários de uma boiça aproveitaram para servir de vedação, o seguinte comentário: “ainda conheci coroado por uma cruz de madeira e todo ele gravado com pequenas cruzes cujo significado se desconhece. Fica situado a meio do antigo trajecto Travassos/Limões e esta foto assinala a última visita que conduzido pelo Virgílio Vilela, da Cainha, fiz ao local não para ver a já desaparecida cruz, que tomou o nome do lugar, mas os vários petrográficos que adornam o enigmático calhau.

Acerca do topónimo Jugal, ainda mal estudado, lembrei-me à volta do seu aparecimento ali, recordar o seguinte: Vila Pouca de Aguiar foi em tempos terra dominante em muito do espaço territorial que hoje pertence a Ribeira de Pena; Cerva, Limões e Macieira fizeram parte do seu território. Isto também para dizer que a actual paróquia de Vila Pouca de Aguiar corresponde precisamente àquela que segundo as Inquirições de D.Afonso II se designava então por São Salvador do Jugal. Não terá o topónimo  a ver com os limites entre as antigas Ferrarias e as antigas “terras” de Aguar ou São Salvador do Jugal? Tenha que não tenha, aqui fica mais um dos nossos muitos monumentos naturais que a esmo povoam o território transmontano e auto-duriense, e que merece divulgação e protecção.

Vaz de Carvalho

O Dr. Vaz de Carvalho, advogado, poeta e músico, falecido a 13 de Agosto de 2011 com noventa anos, era e continuará a ser a sua memória uma figura importante de Trás-os-Montes. “Poemas do Afélio”, “Visão Alvânica” e “Poemas de Solstício” são livros que publicou, reflexos da sua arte poética e do seu amor à terra transmontana. Manuel Vaz de Carvalho era natural de Cerva, concelho de Ribeira de Pena, distrito de Vila Real. Nesta cidade viveu a maior parte da sua vida.

Em folha solta de revista da qual não conseguimos visualizar o nome e aqui referir, encontrámos fotografia de Vaz de Carvalho e pequeno texto da sua autoria dedicado à paixão que conservou sempre pela sua terra - Trás-os-Montes:

"Vivo apaixonado pela minha terra. Tem umas das paisagens mais adjectivadas que conheço: serras, rios, vales, uma agricultura muito variada e um clima admirável... É claro que a todo este encantamento não é estranho o facto de ser de uma família aqui radicada há centenas de anos; nutro uma certa atracção genética pela minha terra." No pequeno excerto da folha encontrada, refere-se o Dr. Vaz de Carvalho às pessoas e a todo o convívio à volta delas: "são normalmente pessoas muito sérias, gente muito boa, muito fidalga."