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ArteAzul-Atelier

 

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Azulejaria
 - pintura tradicional sobre azulejos com vidrado em cru

História breve do azulejo em Portugal

Foram os árabes que introduziram o azulejo em Portugal. As primeiras utilizações conhecidas do azulejo no nosso país, como revestimento monumental das paredes, foram realizadas com azulejos hispano-mouriscos, importados de Sevilha cerca de 1503. Esta cidade espanhola foi um grande centro de produção de azulejos. 

Palavras relacionadas com Azulejaria

Azul: em qualquer dicionário da língua portuguesa lê-se que azul significa uma das cores do espectro solar; céu sem nuvens. De uma forma simplificada, cientificamente, a cor é a sensação dada ao cérebro pelos olhos ao observarem os corpos cujos materiais refletem a luz solar. Sem luz as cores não existem.

Utensílios e materiais

Utensílios e materiais de que nos servimos para a execução de painéis de azulejos, segundo processos tradicionais e artesanais:

 

Mufla

Descrição:

A nossa mufla, representada na foto, tem capacidade para sessenta azulejos divididos em duas gazetes (prateleiras de material refractário) e é constituída por uma estrutura em perfis de ferro forrada com chapa de aço.

Funcionamento da Mufla

Depois de efectuado todo o trabalho de pintura sobre os azulejos com vidrado em cru, e para conclusão da obra, procede-se à sua vidragem.

Depois da colocação dos azulejos nas gazetes, estas são introduzidas na mufla que será fechada. Apenas um pequeno orifício existente na porta permite alguma "respiração" entre o interior quente e o exterior.

Azulejos com vidrado em cru

Os azulejos que compõem todas as grandes obras clássicas de azulejaria que podemos observar em muitos lugares, especialmente nos templos religiosos, em Portugal e em outros países do sul da Europa, apresentam-se em peças completamente artesanais, manufaturadas na sua totalidade pela mão do homem. Percebe-se isso mesmo numa análise simples da sua superfície ou melhor se compreende quando observamos um desses azulejos separados de um painel onde se procede por exemplo ao seu restauro.

A boneca de pó de carvão marca o desenho nos azulejos

A boneca de pó de carvão não é um instrumento imprescindível para executar um painel de azulejos. No entanto, muitos a terão usado e, sem dúvida nenhuma, faz parte da história dos azulejos e da azulejaria tradicional. A boneca, como o exemplar que mostra a figura ao lado esquerdo, pode ser muito útil quando se pretende repetir o mesmo desenho, usando por sua vez o mesmo picotado.

Seiscentos Anos de Pintura a Óleo

A pintura a óleo e os grandes pintores

Desde que a pintura a óleo foi inventada até aos nossos dias, decorreram seiscentos anos, sensivelmente. Neste período de tempo muitas foram as formas experimentadas e desenvolvidas de pintar a óleo. A pintura a óleo foi o meio de expressão artística mais usado pelos grandes Pintores desde o Renascimento até aos dias de hoje.

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Imitação de Fusing

Técnica para imitação de "Fusing"

Limpa-se muito bem, com álcool, uma placa de vidro. Seguidamente, coloca-se debaixo do vidro um desenho com folhas de plantas ou mesmo folhas naturais.

Utilizando o tridimensional transparente, contorna-se todo o desenho nas suas linhas principais.

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"A Sagrada Família": Reprodução a Óleo

"A Sagrada Família" de Rafael Sanzio reproduzida a óleo

Passou já um ano desde que foi inserida na galeria virtual das obras ArteAzul-Atelier a primeira foto da fase inicial da reprodução a óleo de arte sacra "A Sagrada Família" cujo original se encontra no Museu do Louvre, em Paris e é da autoria de Rafael Sanzio, em italiano – Raffaello Sanzio, pintor nascido a 6 de abril de 1483, em Urbino e falecido a 6 de abril de 1520, em Roma.
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Luz e Luminosidade

A Luz e o tratamento da luminosidade

O quadro representado ao lado foi pintado por um dos artistas que mais se empenharam em estudar os efeitos luminosos na paisagem - o pintot espanhol Joaquín Sorolla (1863-1923). O destaque dado à luz e o tratamento da luminosidade revelam a influência dos impressionistas e fauvistas no estilo do autor.

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Pergamano: picotagem

Picotagem no Pergamano

A imagem mostra a execução minuciosa de picotagem que é efetuada na barra deste trabalho segundo uma das técnicas do papel pergamano. Aquela barra foi perfurada com o picotador de uma agulha sobre uma rede de perfuração e segundo um esquema de contagem, de modo que todos os pontos ficassem situados equidistantemente, resultando uma realização próxima da perfeição.

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Filigrana de Papel

Técnica de filigrana de papel com cartolinas

Para a realização da técnica de filigrana de papel, é necessário cortar tiras de cartolina de várias cores e, no caso presente, todas com a mesma largura - 0,5 cm. Com a ajuda de um palito, enrola-se cada tira e solta-se ligeiramente, colando a extremidade final ao respetivo enrolamento.

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Superfícies simples e tufadas

Variedade textural das superfícies

Na tapeçaria tecida artística de técnica livre como a que efetuamos no ArteAzul-Atelier, as superfícies podem elaborar-se dentro de uma gama enorme de esquemas que podem resumir-se em superfícies simples e tufadas: 

As primeiras são feitas alternando o entrelaçamento pelos fios da teia;

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Impermeabilização com Azulejos

Decorar e impermeabilizar

Desde os princípios da fabricação do azulejo, compreende-se a sua importância no revestimento, impermeabilização e isolamento térmico de paredes.

Depois de vidrado e cozido, o azulejo possui características especiais de impermeabilização. A superfície vidrada reflete facilmente os raios solares, permitindo resultados surpreendentes no que diz respeito ao isolamento térmico.

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A Seda

Criação e pintura sobre a seda

Não poderá fazer-se referência à seda sem que se mencionem as suas origens: a amoreira e o bicho-da-seda. A amoreira é uma planta cujo fruto se designa por amora. O bicho-da-seda, assim chamada à larva do inseto que produz a seda, não se alimenta daquele fruto mas sim das folhas daquela planta. 

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