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ArteAzul-Atelier

 

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30 Pergamanos, no Atelier

Após uma série de 10 pergamanos efetuados em fase anterior, 25 obras com a técnica do papel pergamano foram realizadas desde o mês de novembro de 2016 até hoje.

Tapeçaria tecida e tapeçaria bordada

Poderá dizer-se que existem dois grandes grupos de tapeçarias:  a tapeçaria tecida e a tapeçaria bordada. Tivemos já a oportunidade de nos referirmos neste sítio do ArteAzul-Atelier a um exemplar de tapeçaria bordada, ainda por concluir.

Criação e pintura sobre a seda

Não poderá fazer-se referência à seda sem que se mencionem as suas origens: a amoreira e o bicho-da-seda. A amoreira é uma planta cujo fruto se designa por amora. O bicho-da-seda, assim chamada à larva do inseto que produz a seda, não se alimenta daquele fruto mas sim das folhas daquela planta. 

Tecelagem, tecidos, malhas

A tecelagem é o processo de fabricação dos tecidos, utilizando-se técnicas que, basicamente, consistem no entrelaçamento de fios como os de lã ou seda ou ainda sintéticos, entrecruzando-se por exemplo fios horizontais – a chamada trama – num conjunto de fios verticais – a teia. Ou seja: A teia é a estrutura base que consiste num sistema de fios que serve de suporte à passagem do fio que se vai entrelaçando naquele sistema de fios.

Formação no ArteAzul-Atelier

 

As luzes da primavera que todos os anos regressa, felizmente, e com ela todas as estações do ano, inspiram ou ajudam à inspiração na realização das várias obras artísticas que se vão construindo pelas artes decorativas e pela pintura – trabalhos artesanais de expressão artística, os cuidados e a minúcia na execução da arte que vai preenchendo todos os espaços do ArteAzul-Atelier, em Vila Real.

Cartão em Pergamano

O trabalho representado na foto resulta da técnica sobre papel pergamano na realização de um cartão (16cm X 9cm) que poderá servir como cartão de convite, cartão de felicitação ou de participação de um evento.

Arte da Tapeçaria

A tapeçaria é, sem dúvida, uma arte. De um modo simples, poderá dizer-se que a tapeçaria é a arte de fabricação de tapetes, servindo estes não apenas para revestir pavimentos, como os das nossas casas, escritórios, lugares públicos, mas também as paredes desses mesmos lugares com fins de embelezamento, proporcionando ambientes com qualidade distintiva, artisticamente belos, agradáveis e de conforto, sendo parte importantíssima na arquitetura dos espaços.

O Tear do Atelier

Tear: estrutura em madeira

Basicamente, de um modo geral, existem dois tipos de teares: 1. horizontal que, nos primórdios, ficava próximo ao chão (hoje em dia, permanecendo na posição horizontal, fica mais alto, permitindo maior conforto ao tecelão); 2. o vertical que fica em pé.

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Decoração de Laranjas

Laranjas decorativas perfumadas

O cravinho-da-índia é uma árvore com origem nas ilhas Molucas, na Indonésia, hoje cultivada noutras regiões do mundo. A flor do cravinho, seca, tem sido utilizada como especiaria desde a antiguidade. O cravinho-da-índia pode servir como elemento decorativo associado à sua qualidade aromática.

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Vira-ventos

Construção de vira-ventos

Para efetuar pequenos vira-ventos, brinquedos de papel utilizados por crianças e adolescentes, que giram pela ação do vento, utiliza-se papel simples - branco, colorido ou decorado com pinturas -, acetatos, folhas de revista. Os vira-ventos podem executar-se com inúmeras formas: quatro, cinco, seis, oito ou mais pontas, partindo de superfícies de papel, respetivamente, quadradas, pentagonais, hexagonais, octogonais.

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Azulejaria

Palavras relacionadas com Azulejaria

Azul: em qualquer dicionário da língua portuguesa lê-se que azul significa uma das cores do espectro solar; céu sem nuvens. De uma forma simplificada, cientificamente, a cor é a sensação dada ao cérebro pelos olhos ao observarem os corpos cujos materiais refletem a luz solar. Sem luz as cores não existem.

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Relicário

Relicário Presépio

Este relicário, como mostra a imagem, foi o primeiro efetuado no ArteAzul Atelier. Como em qualquer outro trabalho do qual não há conhecimento exato da técnica, foi necessário estudo e pesquisa para encontrar a solução de alguns problemas que se nos deparam com a realização de alguns pormenores. Mas nem sempre se encontram essas soluções com facilidade. Um trabalho de experimentação, optando pelos materiais que melhor se adequam à execução, é fundamental.

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Picotagem

Pergamano - picotagem

Entende-se por picotagem, numa abordagem simples e abrangente, o ato ou efeito de picotar. Esta palavra significa o processo pelo qual se abrem uma série de furos, por exemplo em papel, material a que nos referimos neste artigo sobre pergamano. A picotagem constitui uma das técnicas para a realização de trabalhos em papel pergamano.

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Monumento aos Combatentes

Inaugurado há 20 anos em Lisboa

Fez 20 anos, em 15 de Janeiro último, que foi inaugurado em Lisboa, junto ao Forte do Bom Sucesso, em Belém, o Monumento Nacional que dá nas vistas de quem chega ou de quem parte, por terra, mar e ar. Como e porque apareceu ali, em tão nobre espaço, tão insólito e polémico Monumento que perpetuará, pelos séculos fora, «os melhores de nós todos» que foram cerca de um milhão de jovens, entre 1961 e 1974, nove mil dos quais perderam a vida nas antigas Províncias Ultramarinas?

Impunha-se inscrever na História de Portugal e para memória futura, o simbolismo desse Monumento, cuja ideia nasceu em Guimarães, em 1984, no seio da Associação dos ex-Combatentes do Ultramar. Em  29 de Janeiro de 1987, na sede da Liga dos Combatentes, foi constituída a Comissão Executiva, formada por representantes de oito instituições, alinhadas por ordem cronológica da sua fundação, a saber: Sociedade Histórica da Independência de Portugal (1861); Sociedade de Geografia de Lisboa (1875); Liga dos Combatentes (1924); ADFA (1974); Associação de Comandos (1975); AEFAP, (1977); Associação dos Ex-Combatentes do Ultramar (1982); e Associação Força Aérea Portuguesa (1983). Nessa data foi deliberado, por unanimidade, confiar a presidência dessa Comissão ao General Altino de Magalhães, na sua qualidade de Presidente da Liga dos Combatentes. Para além da Comissão Executiva foram também instituídas: a Comissão Técnica, para elaboração do projecto do Monumento e a abertura de concurso público aberto a todas as equipas de reconhecido mérito em arquitectura  e a Comissão de Honra  para que a construção do Monumento envolvesse toda a sociedade civil, desde o Presidente da República, a todos os órgãos de soberania. O então Presidente da República recusou o convite, alegando que essa intenção implicava uma imagem pública de concordância com a Guerra do Ultramar que ele (Mário Soares) não partilhava. Tal recusa fez com que a Comissão de Honra não fosse por diante. Apesar dessa resistência a Comissão Executiva não desanimou, antes entendeu que deveria ter o vulto de um Monumento Nacional e que era urgente a sua construção. E para ter a maior dignidade e transmitir força, serenidade e respeito, deveria convidar à meditação profunda do amor à Pátria e à exaltação do cumprimento do dever cívico. Mais: deveria prever-se a organização adicional de um Museu do Combatente. O Ministro da Presidência e da Defesa Nacional (Eurico de Melo) concordou com o caderno proposto pela Comissão Executiva e aprovou o espaço sugerido para a construção do Monumento, processo moroso que apenas foi concluído em 21/09/1990, já sob a tutela do Ministro Fernando Nogueira. A abertura do concurso para o projecto foi publicada no DR. de 5 de Maio de 1991, 3ª série e ganhou-o a proposta do Arqtº Francisco Guedes de Carvalho. A execução desse projecto foi entregue, por unanimidade e sem reclamações dos restantes quatro concorrentes à Firma Amadeu Gaudêncio que apresentou a proposta mais baixa: 95.598.967$00. A obra seria inaugurada, solenemente, em 15/01/1994, sob a Presidência do PR, debaixo de muitos apupos e grande contestação. O orador oficial convidado foi o Prof. Doutor Adriano Moreira. Do Ministério da Defesa, de algumas Câmaras  Municipais, Juntas de Freguesia, empresas e cidadãos individuais, foram reunidos 8.839.540$00. Com algumas verbas que sobraram foi deliberado colocar nas Muralhas do Forte do Bom Sucesso os nomes de todos aqueles que perderam a vida em combate. E foram cerca de 9 mil. Essa segunda inauguração ocorreu em 5/2/2000. Por despacho de 16/10/1998 a Comissão Executiva foi dissolvida, por já não se justificar e foi atribuída à Liga dos Combatentes a gestão daquele Monumento e também o espaço envolvente.

Tudo isto e algo mais pode ler-se no livro Monumento aos Combatentes do Ultramar (1961-1974), da autoria do General Altino de Magalhães que, ao tempo, era Presidente da Liga. Um valioso testemunho porque ninguém melhor do que ele conheceu os passos deste monumento nacional. Em 9/4/1989, durante as cerimónias da Batalha de La Liz, perante o vice-primeiro Ministro e Ministro da Defesa, Altino de Magalhães anunciou a abertura do concurso para a sua Construção e afirmou: «Como é do conhecimento público a Associação dos Combatentes do Ultramar, com sede em Guimarães, lançou há cerca de 4 anos a ideia da construção desse Monumento». Na página 19 do memorial editado em 2008 pela EUROpress confirma: «A Associação dos Combatentes do Ultramar (em Guimarães), no seu jornal Sentinela, em Março de 1985, referindo-se à construção desse Monumento, exprimiu que teriam o maior mérito todos os apoios para essa realização». Embora fique claro que a paternidade deste Monumento nos pertence, alude a uma referência em 1 de Fevereiro  de 1985  à Associação de Comandos. Este equívoco pode gerar alguma confusão histórica pelo facto de, na mesma página citar o Boletim Sentinela nº 7, referente a Março de 1985. É que  na edição nº 5 do mesmo Boletim, mas de Agosto de 1984, na página 3, já podia ler-se no Plano de actividades: «designação de um grupo de associados que tenham como tarefa essencial a angariação de meios e apresentação de estudos tendentes à construção de um Monumento nacional em homenagem aos Combatentes». BF criou, em 1982, aquela Associação que, em 1996, mudou o nome para Associação Nacional dos Combatentes do Ultramar. Até 2002 foi Presidente da Direcção e director do Boletim Sentinela, com o pseudónimo de Fernando Paixão. Por sua proposta transferiu-se a sede para Tondela, em 2002, onde está de pedra e cal. Quem tiver dúvidas consulte esse Boletim, onde está  contada, número a número, essa cronologia que permite concluir, a paternidade e a responsabilidade desse Monumento. Só num e-mail datado de 8 de Outubro último pudemos conhecer a biografia, de uma das 2 filhas do associado Duval de Oliveira Bettencourt, Oficial Miliciano que faleceu em 11/03/1998.

Alto Douro

Região do Vinho do Porto

A mancha clara assinala a região do Alto DouroA Região do Vinho do Porto - Alto Douro - é uma área com 26 mil hectares, aproximadamente, classificada pela UNESCO como Património da Humanidade na categoria de paisagem cultural. É rodeada de montanhas que lhe dão características climáticas particulares. O clima, o solo xistoso e a constante e cuidada laboração dos que ao longo do ano acarinham as videiras nas diversas fases do seu crescimento e maturação das uvas, originam vinhos únicos de qualidade superior.

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